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Osmar Silva

Osmar Ferreira da Silva, 70 anos, jornalista (Colaborador do Portal Gentedeopinião), bacharel em direito pela Uniron, vindo da Bahia ha 36 anos, fundador do Jornal O Parceleiro em 1979 em Ariquemes, e Gazeta de Rondônia em 1980 em Ji-Paraná, escritor ficcionista e poeta inédito. Ex-secretário de Justiça, ex-diretor do Sebrae, no governo Jerônimo Santana, ex-presidente do Iteron(Instituto de Terras de Rondônia) no governo Osvaldo Piana, ex-secretário de Administração e ex-secretário de saúde de Ariquemes, no governo Francisco Sales e ex- diretor do Decom no governo de Confúcio Moura. Já foi pecuarista, agricultor e comerciante. Contato por E-mail: sr.osmarsilva@gmail.com

DANE-SE O CONFÚCIO - Por Osmar Silva

19/04/2017 - [17:07] - Opinião

 
O governador Confúcio Moura quer deixar como legado do seu governo, um estado fiscalmente ajustado, com pib positivo, criativo e moderno. É nesse sentido que anuncia uma Agência de Desenvolvimento como mais um importante instrumento para estimular e financiar o crescimento de Rondônia.

Ele está correto. Esse é o caminho para Rondônia consolidar sua vocação de nova fronteira do agronegócio do Brasil.

Mas, paralelamente, precisa livrar o estado de velhas, ineficientes e corrompidas estruturas que, mais que benefício, só produzem dissabores aos seus usuários.

É o caso da Companhia de Água e Esgoto de Rondônia (Caerd) e da Companhia de Mineração de Rondônia (CMR) entre outras.

A Caerd vem de um longo histórico de más gestões que se agravou com a Gestão Compartilhada do PT durante o governo Cassol. Aí, a empresa afundou de vez.

Os gestores compartilhados compartilharam os escassos recursos da empresa em forma de benefícios e privilégios para os seus funcionários e dirigentes. E assim está até hoje.

Um Baronato de bem servidos por usuários espoliados e mal atendidos. Não há dinheiro que vire água na torneira. Não sobra nem para pagar conserto de velhas e obsoletas bombas d’água.

Onde está a água universalizada prometida ano após ano a todos os lares de Porto Velho? Onde está a rede de esgoto cantada e decantada com mais de meio bilhão de reais em conta?

Onde estão estes bens pelos quais o governador Confúcio chegou a ser constrangido no Tribunal de Contas da União, em sua luta para resgatar o dinheiro perdido pela a incompetência do governo Cassol?

O que se sabe é que, por pura arrogância dos gestores atuais em não atender recomendações do Tribunal de Contas de Rondônia, a Caerd perdeu parte ou todo o recurso resgatado por Confúcio, por não conseguir sequer licitar, corretamente, os serviços ao longo de seis anos de governo.

Dane-se o povo que, mesmo em pleno inverno, com os poços artesianos cheios d’água, passa semanas inteiras com torneiras secas. Obrigado a comprar água mineral, coletar água das chuvas ou pegar as contaminadas águas dos poços amazônicos.

Quase certo que, parte da fausta diretoria da Caerd passou o feriadão em praias alhures, curtindo as gordas rendas.

Dane-se o Confúcio que tanto lutou e tanto prometeu.

 

OsmarSilva – Jornalista – Presidente da Associação da Imprensa de Rondônia-AIRON – sr.osmarsilva@gmail.com


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