Porto Velho,
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Antônio de Almeida

Antônio de Almeida Sobrinho é cearense, nascido na cidade de Jaguaruana, às margens do rio Jaguaribe. Estudou o curso primário em sua cidade natal e o secundário em Fortaleza, capital do estado do Ceará. Como Professor de Matemática nos principais “Cursinhos” de Pré-Vestibular de Fortaleza, de 1970 a 1977, conciliou tempo e determinação, e, em 1977, graduou-se em Engenharia de Pesca pela Universidade Federal do Ceará -UFC, e, no ano seguinte, se transferiu para a Região Amazônica, fixando residência em Porto Velho, capital do então Território Federal de Rondônia, hoje, estado de Rondônia. Atuou como extensionista na ASTER-RO, hoje EMATER, de agosto de 1978 a julho de 1996 e, ao mesmo tempo, assumiu cargos relevantes como o de Coordenador Regional da SUDEPE do Estado de Rondônia, consultor do CNPq — Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, de janeiro de 1998 a dezembro de 1999, e consultor do PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, através do IBAMA/CNPT, de janeiro de 2000 a dezembro de 2001 - Email para contato: pacaasengenharia@yahoo.com.br; almeidaengenheiro@yahoo.com.br

Fábula tupiniquim: O grilo cantador

14/07/2017 - [18:41] - Opinião

 
 

Certa noite poupei a vida de um pequeno grilo cantador - daquele que quando começa a cantoria não quer mais parar.
 

Pensei em tirar-lhe a vida - e no pensar ambiental - tive uma perfeita 'noite de terror', daquela que o compositor gostaria de ter vivido e com bom motivo para compor.
 
Antes, apareceu em silêncio, 'e com a cara de sonso, se livrou da morte.'
 
Depois, 'no silêncio da noite', cantou a noite toda, não respirou, não comeu e nem bebeu, usou todos os seus instrumentos e me proibiu de dormir, a noite inteira.
Quando tentei parar com aquela cantoria ele se escondeu, se encantou a tal ponto que até me arrependi em não lhe ter tirado cedo, a vida.
 
MORAL DA HISTÓRIA:
Quem poupa a vida, cedo de um grilo, não sabe o estrago que um grilo faz mais tarde na sua vida.
 
GRILO DOMÉSTICO: GRYLLINAE
 
O GRILOé tido como o símbolo da sorte, sendo, portanto, salutar recebê-lo em casa, que dar muita sorte.
 
Os chineses costumam manter os grilos como animais de estimação, em gaiolas, como amuletos, e acreditam que eles trazem sorte para o lar.
 
Como o grilo canta no outono e morre no inverno, a poesia o adotou como símbolo da solidão e da tristeza e definiu que o destino do ser humano segue seus passos, de acordo com sua semelhança.
 
Sempre que um grilo surgir em sua casa não o sacrifique, mesmo sabendo que terás a noite toda para ouvir a sua cantoria, em uma nota só, se assemelhando à Bossa Nova do João Gilberto.
 
Tenham todos um bom final de semana.
 
 
Antônio de Almeida Sobrinho


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