Sábado, 17 de dezembro de 2022 - 13h09
Rondônia é o primeiro estado
da região Norte do país a implementar um Plano de Capacitação para Técnicos em
Extensão Rural sobre a elaboração de PRADAs – Projetos de Recuperação de Áreas
Degradadas e Alteradas. E o Centro de Estudos Rioterra é parceiro da Secretaria
de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) e da Cooperação Técnica Brasil-Alemanha
(GIZ) nesta iniciativa.
A primeira capacitação foi
realizada entre os dias 5 e 9 de dezembro para 45 técnicos de Secretarias
Estaduais e escritórios da EMATER dos estados de Rondônia, Acre, Pará e
Amazonas, em Porto Velho.
Vinculado ao Programa de
Regularização Ambiental, criado a partir das diretrizes do Novo Código
Florestal brasileiro, em atendimento as metas pactuadas pelo Brasil em acordos
internacionais de combate ao desmatamento e recuperação de áreas de floresta
desmatadas, o PRADA é o documento que orienta o agricultor na restauração de
passivos ambientais de sua propriedade, o que possibilita a regularização
ambiental do imóvel, abrindo caminhos para acesso a benefícios como
financiamentos e crédito rural.
Dividida em três módulos
aplicados em cinco dias, a capacitação inclui todos os conhecimentos
necessários para que os técnicos estejam capacitados para atuarem na elaboração
dos projetos e como multiplicadores do conhecimento em seus estados.
Responsável pelo Módulo III –
O Sistema, a equipe do Setor de Análise e Monitoramento da Paisagem do Centro
de Estudos Rioterra levou os participantes para uma vivência em campo para
compreenderem, na prática, os aspectos que envolvem a elaboração de um PRADA
que atenda todas as especificações técnicas da legislação ambiental a partir da
realidade e das necessidades de cada produtor rural.
Para isso, todos foram até
Itapuã do Oeste, conhecer a produção de mudas no Viveiro Rioterra, e visitar três
das mais de 1.600 propriedades da agricultura familiar beneficiadas em projetos
da Rioterra com a elaboração e implementação gratuita de PRADAs para a
recuperação de passivos ambientais.
“O técnico responsável pela
elaboração do PRADA precisa compreender sobre temas muito diversificados, como
geoprocessamento, técnicas de restauração e de gestão da propriedade. Então, o
curso abarcou desde questões legais, passando por ecologia até como usar o
sistema”, explicou Fabiana Barbosa Gomes, coordenadora do laboratório de
Geoprocessamento e do Setor de Análise e Monitoramento da Paisagem do Centro de
Estudos Rioterra.
No terceiro dia de aplicação do
Módulo III, os participantes receberam modelos de propriedades reais para
simular a elaboração de projetos no sistema e de forma analógica, que também é
aceito pela SEDAM.
“Um aspecto muito importante é
que desde o início da construção dessa política em Rondônia, tivemos um olhar
para que a implementação do PRA possibilitasse benefícios para além da
regularização ambiental do imóvel rural e da recuperação da biodiversidade da
região, incluindo soluções que promovam também a geração de renda para essas
famílias de agricultores. Assim, o produtor ganha com a restauração, ganha com
a regularização ambiental da propriedade e pode ter ganhos sociais e
econômicos”, concluiu Fabiana Barbosa Gomes.
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