Quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014 - 17h10
O
governador Confúcio Moura tem um histórico de idas e vindas, de desistências e indecisões na sua trajetória política. Com este comportamento esta enlouquecendo o PMDB (Vídeo AQUI) e toda base aliada que já estava convicta até alguns dias atrás que tinha aliança firmada e definida com as demais legendas, quase 20.
Lembrando os tempos de Ariquemes, quando prefeito, o então alcaide resolveu nomear um triunvirato para governar a cidade. Até seus irmãos ficaram revoltados com a invencionice – inspirada nos czares romanos – e pularam no seu pescoço até que ele resolvesse assumir suas responsabilidades como primeiro mandatário daquele importante colégio eleitoral do estado.
Já, como governador, criou um blog onde criticava abertamente seus secretários cobrando mais empenho. Ele mesmo praticava o fogo amigo dentro do seu governo criando situações inusitadas de constrangimento
A bem da verdade, ao final de todas as suas hesitações nas campanhas eleitorais, na hora H, Confúcio Moura confirmava sua candidatura, seja a prefeito ou a qualquer outro cargo. Mas uma coisa era lidar com lideranças políticas que ele podia fazer de gato e sapato lá na roça. Atualmente, não é assim. Ele lida com raposas felpudas e elas estão lhe jogando conta à parede em busca de uma definição desde já e tem suas razões para isto, já que temem que mais a frente ele deixe o jogo e o partido fique sem um candidato competitivo. Assista AQUI o comentário do jornalista e advogado Robson Oliveira, no quadro "Momento Político", durante o programa Viva Porto Velho da Rede TV Rondônia.
Ao deputado federal Amir Lando coube propagar, autorizado pelo comando do PMDB como “segredo da Candinha” – quando é para todo mundo espalhar - sobre as reuniões do Diretório Estadual e o anuncio da desistência de Confúcio. E se Lando passou a informação para este colunista, mesmo pedindo in off, era para a coisa correr adiante eu chequei a publicar esta situação na minha coluna no Diário, preservando a fonte. Disse a mesma coisa para o apresentador Marcelo Bennesby da Rede TV logo sem seguida e para tantos outros comunicadores pelo estado afora. Desde então a base aliada ficou em polvorosa, inquieta, pois a fonte é respeitável.

Lando não mentiu. O assunto da renuncia, de fato, chegou a ser tratado na cúpula, emergindo logo em seguida por este motivo os nomes de Mário Português, o El Pato, e do secretário Lucio Mosquini como alternativas.
Ao meio de toda sorte das especulações, o PMDB e a base aliada têm interesse numa definição. Confúcio, ao contrário, tem motivos em catimbar o máximo o anuncio do seu projeto de reeleição para evitar a antecipação do processo sucessório, que considera danoso ao estado. E assim vão correndo as coisas, num jogo de empurra, estica-estica, de desconfiança, de boatos, de informações plantadas, mas também de informações verídicas, com procedência - e de fontes confiáveis.
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Fonte: Carlos Sperança / Gentedeopinião
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