Terça-feira, 24 de junho de 2014 - 22h05
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O clamor das massas
Um ano depois das manifestações que eclodiram pelo país, tendo como estopim os reajustes das passagens de transportes coletivos – ônibus, metrô, embarcações etc – o Congresso Nacional ainda não conseguiu atender o clamor público das massas operárias, que é o barateamento das tarifas. Alguns projetos já foram aprovados na Câmara dos Deputados e no Senado, mas a burocracia ainda impede outros avanços que ainda repousam nas comissões técnicas das casas legislativas.
Mesmo com algumas propostas que refletiram na redução das tarifas, com algumas alíquotas a zero, como PIS/PASEP e COFINS, ainda não se vê reflexos benfazejos. Outras propostas, como o regime especial de incentivos para o transporte de passageiros, apesar de aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos, ainda estão paradas na Câmara desde agosto de 2013.
Falando da situação em Porto Velho, existe uma queda de braço entre os empresários das empresas concessionárias e a prefeitura para reajuste. De um lado, as empresas alegam que estão há dois anos sem reajuste de outro o Paço Tancredo Neves cobra melhorias no sistema, que tem dificuldades de acompanhar o crescimento da cidade nos últimos anos.
Acordo a caminho
Depois de muita confusão, PMDB e PT voltaram à mesa das negociações e esta praticamente selado um acordo, com o governador Confúcio Moura ao governo e a indicação de um vice dos petistas. Até aí nenhuma novidade, porque a costura vinha de longe. A novidade é que o PMDB agora aceita a coligação com o PT nas eleições proporcionais á Câmara dos Deputados.
Fora da jogada
Com o provável acordo com o PT, quem perde a indicação do vice de Confúcio Moura é o PSB que chegou a oferecer, até de forma precipitada, sem ouvir o governador, três nomes para serem apreciados pelos peemedebistas. Ficou mais do que claro no encontro entre os caciques Valdir Raupp e Padre Ton, que o PT terá a preferência na indicação do postulante a vice na chapa governista.
Cisão prejudica
Já, no eixo PP/PR/PPS, partidos coordenados pelo senador Ivo Cassol ainda não existe consenso sobre candidatura própria. Ivo quer sua irmã Jaqueline (PR-Rolim de Moura) pilotando a aliança majoritária, enquanto que as demais lideranças do PP e PPS fecharam com o deputado Maurão de Carvalho (PP-Ministro Andreazza). A cisão prejudica o grupo.
Onda de boatos
Já, o Frentão, enfrenta uma série de boatos, sempre girando em torno das dificuldades do registro da candidatura do ex-senador Expedito Junior ao governo ou de uma recaída do deputado Neodi Carlos -, por enquanto seu candidato a vice, aos braços do seu ex-guru Ivo Cassol. Também rola na aldeia uma proposta de Ivo para Expedito, com Neodi ao governo e Expedito ao Senado.
As definições
O presidente regional do PMDB Tomás Correia, reúne hoje a imprensa, numa entrevista coletiva, quando vai falar das alianças do seu partido. Sabe-se que o PMDB e o PDT já estão fechados e farão convenções conjuntas no final de semana com Confúcio ao governo e Acir Gurgacz ao Senado, faltando o anuncio do vice. Também é grande a expectativa sobre os acordos nas alianças proporcionais.
Pré-convenções
É preciso prestar bem atenção nestes momentos que antecedem as convenções partidárias. O jogo de nervos, a catimba, os boatos começam a fervilhar com o objetivo de prejudicar a alianças dos adversários. Por outro lado, tudo é possível, pois o PT depois de rejeitar o PMDB como um marido traído, esta voltando atrás e já admitindo a possibilidade de reconciliação.
Via Direta
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