Sábado, 30 de agosto de 2014 - 08h33
No ranking do IBGE
No ranking demográfico do IBGE, divulgado no final de semana, mais uma vez o município de Ananindeua, que desde a década passada se alterna com Porto Velho na terceira colocação do ranking dos municípios mais populosos da Amazônia passou a capital rondoniense - de novo.
Situado na região metropolitana de Belém, Ananindeua cravou 499.776 habitantes, contra 494.013 almas radicadas em Porto Velho. Ananindeua agora é o quadragésimo município do Brasil e Porto Velho, o quarto mais populoso da Amazônia, o quadragésimo segundo do País, quase uma Niterói (RJ)
Mesmo assim, nossa amada e salve Porto Velho já se tornou mais populosa do que municípios mais tradicionais, como as capitais de Santa Catarina (Florianópolis), do Espírito Santo (Vitória) e de municípios como de Santos, onde esta situado o maior porto do País.
Não fossem as perdas populacionais dos últimos doze meses para Altamira (PA), onde esta sendo construída a Usina de Belo Monte, a posição da capital rondoniense estaria bem acima no ranking nacional. Na Amazônia, as cinco maiores cidades são pela ordem Manaus, Belém, Ananindeua, Porto Velho e Macapá.
O efeito manada

Em vista da insatisfação do povo brasileiro com a política – e uma multidão de indecisos começando a se definir – as lideranças com mais credibilidade como a presidenciável Marina Silva, no plano nacional, ou o rondoniense Aélcio da TV, na esfera regional, mesmo com perfis ideológicos diferentes e envolvidos em disputas diferentes, vão ganhando espaço e atropelando na reta de chegada.
Sem recursos?
É recorrente nas campanhas eleitorais os adversários se acusarem mutuamente que na reta final perderão as eleições pela falta de recursos. Ora, em vários pleitos que acompanhei, postulantes ao governo – e até mesmo nas prefeituras como Nazif na capital - levaram a melhor sem recursos, com campanhas quase franciscanas. Vou citar alguns casos: Valdir Raupp em 1994, José Bianco em 1998 e Confúcio Moura em 2010.
Pé na estrada
O governadorável Expedito Junior, da aliança Muda Rondônia correu trecho no Vale do Jamari na sexta-feira e ontem fez o corpo a corpo na região da Bacia Leiteira e Alvorada do Oeste. O tucano se disse confiante na campanha e de acordo com as pesquisas internas ele tem garantido a ponteira. Quanto à visita do presidenciável Aécio Neves a visita ainda foi agendada pelo comitê de campanha.
Os sanguessugas
Não bastassem os políticos fichas sujas e outras imundícies proliferando na política rondoniense, como os sanguessugas – caso de Nilton Capixaba, por exemplo, envolvido no caso das ambulâncias – estão a solta e disputando mais um mandato eletivo. Como moralizar a política em Rondônia mandando para a bancada federal sanguessugas, propineiros e cambalacheiros? É coisa de louco!
Na vala comum
Constata-se nesta campanha, que mais do que nunca a Lei da ficha limpa precisa ser aperfeiçoada, pois acaba permitindo que fichas sujas renomados e desqualificados como Melki Donadon (Vilhena), Ivo Cassol (Rolim de Moura), Carlão de Oliveira (Alta Floresta), Batista da Muleta (Jaru) e tantos possam lançar parentes e com a maior cara lavada pintar e bordar nas eleições, embora todos estejam todos na vala comum. É coisa de louco!
Via Direta

*** No momento em que os esquemas criminosos tentam eleger representantes, nada mais importante que a Campanha do Voto Consciente da justiça eleitoral *** Os pilantras proliferam na campanha de 2014 e muitos com dinheiro da lavagem e do tráfico de drogas ***O deputado Neodi Carlos, vice de Expedito, é o entrevistado do programa Rondônia em Debate, do SGC, neste domingo.

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