Sexta-feira, 26 de agosto de 2016 - 22h01
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O Mapa da Violência
Recentemente divulgadas, as estatísticas do Mapa da Violência no Brasil impressionam. Em um ano quase 60 mil homicídios foram praticados no país, muito mais do que nas guerras travadas no Oriente Médio e uma situação que tende a se agravar pela inoperância do governo brasileiro e das esferas estaduais.
No caso de Rondônia a criminalidade teve um salto estratosférico nos últimos doze meses. Não surpreende o apelo da Fecomércio para que o governo do estado e a Secretaria de Cidadania assumam as suas responsabilidades. Tem assaltos e arrombamentos acontecendo diariamente a estabelecimentos comerciais e a coisa recrudesceu nos últimos dias com disputas de pontos de drogas na periferia onde ocorre um verdadeiro banho de sangue aos finais de semana.
No meio estudantil a chegada das drogas e a violência constatadas com alunos e professores é outro problema para ser enfrentado pelas autoridades de segurança. Combater o narcotráfico é imperativo para refrear a criminalidade nas principais cidades do estado que vê também a violência chegar ao campo com chacinas perpetradas nos grandes embates pela terra.
Haja charlatanismo
Em Porto Velho as eleições só começam para valer quando aparecem às pesquisas fajutas, sejam de autoria de institutos locais ou encomendadas ao Ibope ou qualquer outro de esfera nacional. O charlatanismo sempre é o mesmo, mudando apenas a posição dos candidatos de ponta.
Constrangidos com tantas denuncias e falhas lamentáveis no estado nas últimas décadas, às empresas do ramo estatístico usam como estratégia a correção dos resultados com a proximidade do pleito, para então se proclamarem honestos, ocorrendo eventuais acertos.
Com um universo de pesquisados extremamente restrito para Porto Velho, o Ibope divulgou sua enquete exibindo resultados discutíveis e improváveis. Com tão poucos entrevistados não é possível aferir uma situação de tendência de votos numa cidade que tem distritos populosos a 370 quilômetros e distância.
Os leitores verão mais a frente, que em beneficio de um certo candidato apoiado por um cacique que orienta a terceirização de pesquisas em Rondônia, que o tucano HIldon Chaves, um candidato de grande crescimento nas últimas semanas foi atirado à lanterna. Armações desta natureza são rotineiras por aqui, mas geralmente tem efeito contrário mais a frente.
Profissão decadente
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O cargo de prefeito, com tanta desconfiança gerada perante a sociedade pela má conduta da maioria dos gestores, esta entrando em decadência. Não é a toa que em quase 100 cidades brasileiras haverá apenas um candidato a prefeito e em estados, como o Rio Grande do Sul, com cerca de 400 municípios, em 32 deles haverá um único candidato nas eleições de outubro próximo.
A figura do prefeito nos dias de hoje é sinônimo de ladroagem. A desativada Controladoria Geral da União em cada sorteio de fiscalização no ano passado constava falhas administrativas em quase 100 por cento das prefeituras. Com o PMDB no poder as fiscalizações sumiram e com o STF facilitando a vida dos alcaides fichas sujas, muitos foram reabilitados para voltar a colocar a mão grande no erário.
Pelas auditorias feitas pelo Brasil afora – inclusive em Rondônia –descobriu-se que o prefeito é aquele cara sujo que superfatura até pãozinho da merenda escolar! Se juntam a empresários e vereadores e ao crime organizado para rapinar os recursos públicos através de negociatas que vão desde estradas a notas fiscais adulteradas em oficinas mecânicas até a construção de pontes, estradas e creches que só ficam no papel. É lamentável.
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