Terça-feira, 19 de agosto de 2014 - 05h15

Só faltou o Pezão
Não admira o movimento nacional pelo voto nulo e em branco – conforme pesquisa do instituto Datafolha podemos chegar nesta a 30 por cento nesta temporada – pelo que a gente esta vendo em Rondônia. Nesta eleição só esta faltando como candidato o Pezão, aquele sanguinário foragido de Minas Gerais, capturado pela Operação Jagunço nos anos 80, que tinha condenação superior a 200 anos de cadeia, tanto é a desmoralização da classe política rondoniense.
Você vê de um lado os políticos envolvidos – alguns caras foram até presos – nas últimas operações policiais, tantos outros considerados fichas sujas liberados pela justiça eleitoral e até um senador já condenado a prisão, tentando eleger esposa, irmã e outros parentes nas eleições de outubro.
Na política rondoniense temos a meritocracia as avessas. Quanto mais ficha corrida o cara galga mais cargos de confiança, consegue nas esferas municipais e estaduais. O cinismo é enorme e com a cara lavada, cito os casos dos protagonistas de casos rumorosos como Jair Montes, Adriano Boiadeiro, Ana da Oito em campanha. Políticos presos – caso dos irmãos Donadons por desvio de recursos na ALE – ou já condenados – tentando eleger parentes para se manter no poder. Estamos retrocedendo aos tempos da bancada do pó quando a imagem de Rondônia tinha chegado ao fundo do poço.
H o r á r i o g r a t u i t o

O horário gratuito começa hoje e nele reside a esperança de grandes viradas na política regional. Com maior espaço, os candidatos ao governo e ao Senado até terão tempo de tv para suas mensagens, mas os postulantes a Assembléia Legislativa e Câmara de Deputados terão mensagens curtas e perdidas ao meio de centenas. Para quem não gosta de política a coisa é um terror.
Na capital
Até o final de semana, mesmo com as caminhadas do governador Confúcio Moura pela Zona Leste no sábado, ainda não estava criado um clima de eleições na capital. A partir de hoje com o horário gratuito a expectativa é que a opinião pública finalmente volte às atenções as propostas dos candidatos para a escolha dos seus representantes nas eleições de outubro.
As modernidades
A cidade de Curitiba, a bela capital paranaense, que inovou no transporte público e calçadões ainda na década de 70, começa a discutir um novo Plano Diretor, onde já consta à entrada de ônibus elétricos circulando e a definição de espaço aéreo para os drones, conhecidos também como Vants, os veículos aéreos não tripulados. Enquanto isto Porto Velho patina até para resolver os problemas de trânsito da Av. 7 de Setembro...
C o m p r o m i s s o s

Falta de problemas, desde saúde e segurança pública, a mobilidade urbana, ao aterro sanitário, a falta de saneamento básico – água e esgoto – sem rodoviária decente, sem estádio, tampouco espaço para exposição agropecuária e terreno definido para o Flor de Maracujá, o povo da capital vai às urnas esperando que o próximo governador, seja quem for, faça alguma coisa. Gostaria que os candidatos assumissem estes compromissos.
Novo partido
Pelo que rola na aldeia, com vistas às eleições municipais de 2016, passado o pleito de outubro, teremos acomodações partidárias nestas bandas. Já se projeta em Porto Velho, por exemplo, o ingresso de parte dos quadros do PT e do PSOL para a Rede, partido que atualmente esta abrigado nas entranhas do PSB, mas sob tutela da presidenciável Marina Silva.
Via Direta
*** O senador Acir Gurgacz cumpriu agenda sexta e sábado em Porto Velho e domingo em Ji-paraná, participando de reuniões e caminhadas *** Na medida em que o verão avança e o lençol freático de Porto Velho desce, aumenta a falta de água nos bairros não atendidos pela Caerd. São quase 50 bairros *** Marina Silva já figura como a presidenciável do PSB nos principais institutos de pesquisa do País.
CAPA DO JORNAL DIÁRIO DA AMAZÔNIA DESTA TERÇA-FEIRA
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