Terça-feira, 18 de agosto de 2009 - 13h16
RAIMUNDO NONATO BRABO ALVES (*)
Uma série de eventos favoráveis vem ocorrendo ultimamente, que nos leva a crer que a mandioca é a bola da vez. A aprovação pelos participantes do 13º Congresso Brasileiro de Mandioca da solicitação aos Ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e ao Ministério do Desenvolvimento Agrário para incluir a mandioca na matriz energética brasileira.
No mesmo congresso a publicação de que, na análise energética de sistemas de produção de etanol, a mandioca consome menos energia que a cana-de-açúcar e o milho, reiterando sua vocação para produção de biocombustíveis. A expectativa de lançamento do pão brasileiro com adição de 10% de fécula de mandioca, reduzindo o custo de nossa panificação.
Na Amazônia a confirmação de produtividades de 40 toneladas de raiz por hectare em mandiocais bem conduzidos, a diversificação da produção da farinha para a fécula, com a instalação da primeira fecularia e a motivação de empresários para implantação de outras. São eventos que resgatam a mandioca à sua real importância como cultura da tradição brasileira, como atividade de geração de emprego e renda, sustentabilidade ambiental e promotora de desenvolvimento.
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A mandioca produz etanol de boa qualidade, conforme testes feitos pela Embrapa Biotecnologia, em Planaltina-(DF) /M.CRUZ |
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Congresso de Botucatu decidiu pedir ao governo a inclusão dessa raiz na matriz energética brasileira /M.CRUZ |
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