Sexta-feira, 5 de outubro de 2007 - 13h37
O faroeste amazônico une polícia e jagunços. Prisões, casas queimadas, despejos. Na confusão, acertos de contas são feitos em delegacias policiais.
MONTEZUMA CRUZ
montezuma@agenciaamazonia.com.br
BRASÍLIA — Prisões, despejo, queima de barracos, intimidação, homicídios e tentativas de homicídio, desavenças entre posseiros, vendas de terras por pseudocolonizadores e facilitação da grilagem por funcionários do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Este era o clima em Mato Grosso , Rondônia, Acre e Pará nos anos 70. Não havia desapropriação de terras por interesse social e o latifúndio tinha a guarnição policial.
Posseiros e peões desembarcam do ônibus da Viação Rondônia na beira da BR-364. Sem assistência do Incra, acertam contas na polícia/IBGE
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