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Montezuma Cruz

General presidente encontra cidade maquiada - Por Montezuma Cruz


 General presidente encontra cidade maquiada - Por Montezuma Cruz - Gente de Opinião


MONTEZUMA CRUZ
 

O general presidente da República João Baptista de Oliveira Figueiredo veio à Capital, visitou o Forte Príncipe da Beira, e no retorno inaugurou a Escola Irmã Maria Celeste em Guajará-Mirim e a microonda da Embratel em Porto Velho.

Porto Velho se embeleza para receber Figueiredo– foi o título do Jornal do Brasil para a minha matéria publicada na página 4 da edição de 7 de abril de 1983, quinta-feira.

De manhã, dez garis limparam a única fonte luminosa da cidade, que está desativada na Praça Presidente Vargas, em frente ao Palácio do Governo.

Pintores e pedreiros retocaram as paredes frontais e laterais do prédio, enquanto outro grupo de garis da Prefeitura cobria toda a extensão do meio-fio com tinta branca, concluindo um serviço iniciado na semana passada.General presidente encontra cidade maquiada - Por Montezuma Cruz - Gente de Opinião

Em alguns trechos próximos ao museu da extinta Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, equipes da Secretaria Municipal de Serviços Públicos recapearam o velho asfalto. Os principais acessos ao centro da Capital também foram limpos e ganharam o branco no meio-fio.

O mesmo cuidado teve a Prefeitura com o pátio do Ginásio de Esportes Cláudio Coutinho, onde será inaugurada a 1ª Feira de Tecnologia de Rondônia.

Assim está Porto Velho para a visita que o presidente João Figueiredo fará hoje. É a segunda vez que o Chefe da Nação vem ao Estado após sua emancipação, trazendo a maior comitiva já vista: 12 ministros e diversos assessores.

Em vez da realização da cerimônia no prédio da Embratel, na Avenida Farquhar, a inauguração do sistema de microondas entre Porto Velho e Cuiabá será no Palácio do Governo, onde, desde a tarde de segunda-feira, os técnicos montavam uma antena especial.

Repórter na Secom-RO. Chegou a Rondônia em 1976. Trabalhou nos extintos jornais A Tribuna, O Guaporé, O Imparcial, O Parceleiro, e na sucursal da Empresa Brasileira de Notícias (EBN). Colaborou com o jornal Alto Madeira. Foi correspondente regional da Folha de S. Paulo, O Globo e Jornal do Brasil.

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