Quarta-feira, 21 de novembro de 2012 - 05h27
MONTEZUMA CRUZ
De Campo Grande (MS)
Um contingente de 250 homens que cumpriu até outubro passado o 17º treinamento promovido pelo Exército Brasileiro em áreas do Pantanal voará hoje, às 10h30 para o Haiti, embarcando na Base Aérea de Campo Grande. Eles farão escala técnica em Manaus (AM), onde o Boeing 737 da Força Aérea B
rasileira pousará por volta de 16h.
A capital sul-mato-grossense é um dos chamados pontos de logística e os embarques ocorrerão em cinco escalões. Ao todo, 1,5 mil militares de diversas procedências no Brasil, incluindo a Amazônia, viajarão nesta quarta-feira. A preparação do contingente em Aquidauana ocorreu na sede do quartel e em áreas rurais onde costumeiramente treinam soldados do 9º Batalhão de Engenharia de Combate, um dos mais notáveis do País por sua história e feitos, principalmente em termos de planejamento, execução, controle e serviços com nível de excelência.
Integrantes da Companhia de Engenharia da Força de Paz da Organização das Nações Unidas (ONU) também participaram do treinamento. "Além dos procedimentos tradicionais exigidos pelo padrão da ONU, o pessoal também está preparado para atuar em situações extremas, entre elas, desastres naturais e conflitos de facções", explicou o comandante do 3º Grupamento de Engenharia do Exército, em Campo Grande, coronel André Silveira.
Brasileiros convocados para mais essa missão no Haiti estão prontos para construir e reconstruir estradas e fazer instalações fixas para a Defesa Civil haitiana ou para a própria Força de Paz. No atendimento ao governo haitiano, em missões anteriores soldados brasileiros especializaram-se na construção e organização de pátios, prédios públicos, escolas, perfuração de poços artesianos e limpeza de áreas, tais quais as que foram devastadas pelo terremoto em janeiro de 2010. A partir daí, o Brasil e outros países prestaram ajuda humanitária ao Haiti.
Mais de quatro mil haitianos que entraram no País via Cobija (Bolívia) e Epitaciolândia (Acre) encontraram vagas desde o ano passado em obras particulares e nas indústrias de álcool e da construção civil em Mato Grosso do Sul. Idêntica situação ocorre em outros estados.
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