Quarta-feira, 1 de junho de 2011 - 19h23
MONTEZUMA CRUZ
CAMPO GRANDE (MS) – A mandiocaba que os professores Songbi Chen e Ou seguram (foto) foi colhida depois de seis meses de plantada no sítio do técnico agrícola Flávio Ikeda, no município deAbaetetuba, a 101 quilômetros de Belém por rodovia, na região nordeste do Pará. Esses membros do Tropical Crops Genetic Resources Institute e do Chinese Academy of Tropical visitaram a região em maio, acompanhando o pesquisador da Embrapa Biotecnologia, Luiz Joaquim Castelo Branco Carvalho, a convite do Gruo Y. Yamada.
Conheceram a mandioca açucarada amazônica, genuinamente paraense, e também a degustaram, informa Ikeda. Lembra que a recente colheita de um pé de mandioca pesando 37,3 kg plantado três anos antes e com a raridade de três raízes em perfeito estado rendeu frutos. "Resolvi aproveitar todas as manivas que ficaram após a degustação dos cientistas chineses, para multiplicação, com tratamento vip a partir de agora", comenta o técnico.
A cada ano cresce o interesse chinês pelas experiências brasileiras no setor. A China tem procurado a Embrapa para estabalecer parcerias. Inegavelmente tem levado para suas academias os melhores resultados obtidos por pesquisadores. Em 2009, por exemplo, o professor Bin Liu, PhD assistente da direção da Chineses Academy of Sciences edo Beijing Genomics Institute, acompanhou a transformação da mandioca em álcool,em Planaltina (DF). Em troca do aprendizadoos acadêmicos chineses ofertaramaos pesquisadores da Embrapa estudos do genoma do porco.
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