Porto Velho (RO) quarta-feira, 11 de março de 2026
opsfasdfas
×
Gente de Opinião

Montezuma Cruz

Portão com defeito atrasa o desembarque na rodoviária da Capital


Hahaha.  Nossa! - Gente de Opinião
Hahaha. Nossa!

 MONTEZUMA CRUZ (*)

Às 10h desta quarta-feira (5), o ônibus da empresa Andorinha, procedente de Brasília, parou no portão na rodoviária de Porto Velho. Com defeito mecânico, ele não abria.


Passageiros aguardaram dez minutos até que um funcionário caminhou ofegante pelo pátio, esforçando-se para fazê-lo funcionar. Não conseguindo abri-lo até a metade, pediu auxílio a outro que cuidava de outro setor.

Seu Paulino, bom motorista, não imaginava que seu dia seria assim. De madrugada, próximo a Jaru, ele fora avisado por um passageiro do estouro de um dos pneus no lado esquerdo traseiro. O forte cheiro de borracha queimada invadiu o ônibus. Coitado, desceu e sob chuva, trocou-o sozinho, sob a luz da lanterna de um telefone celular.

Com atraso de uma hora e meia, o ônibus que deixou Brasília às 14h de segunda-feira chegou finalmente à rodoviária da Capital de Rondônia, mas o portão enquiçado irritou a todos. Passageiros queixaram-se da falta de zelo da administração, já que ao constatar a falha deveria se prevenir.

Da mesma forma, a administração deveria enxergar restos de material de construção acumulados no lado esquerdo do portão e ficar atenta à sua engrenagem. Ao mesmo tempo, reconstruir pedaços do pátio onde há poças de lama. Queira ou não, a recepção ao viajante faz parte dos cartões de visita da cidade.

Um dos passageiros, o repórter presenciou tudo isso e conclui: as empresas precisam melhorar. A água servida durante os 2.486 quilômetros – um dia e 11 horas – é apenas natural. Pelo menos de segunda-feira à tarde até a manhã desta quarta-feira. Não há espelhos no banheiro masculino no ponto (próprio) de parada em Cuiabá.

(*) O repórter é freguês da Andorinha há 50 anos e frequenta a rodoviária da Capital desde a inauguração.

Muito bom! - Gente de Opinião
Muito bom!

* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela "OPINIÃO", que é exclusiva do autor.

Gente de OpiniãoQuarta-feira, 11 de março de 2026 | Porto Velho (RO)

VOCÊ PODE GOSTAR

Antes do Estado, a escravidão; horrores vistos pelo repórter

Antes do Estado, a escravidão; horrores vistos pelo repórter

A prática do trabalho em condições análogas à escravidão em Colorado do Oeste, Cerejeiras, Chupinguaia e Vilhena estava longe de ser um fato novo, c

O jumento é nosso irmão

O jumento é nosso irmão

Em meio século de Rondônia, o jornalista cearense Ciro Pinheiro de Andrade viu a saga da cassiterita. Seu olhar sociológico traz para análise histór

O menino viu

O menino viu

O garoto que caminhava nos arredores do Centro de Triagem de Migrantes (Cetremi), em Vilhena, não teve dificuldade para ver de perto o cadáver no chão

Direita chama esquerda na USP, e o parto urbanístico de Rondônia saiu muito bem

Direita chama esquerda na USP, e o parto urbanístico de Rondônia saiu muito bem

Saudoso geógrafo Milton Santos, da Universidade de São Paulo (USP), é um personagem pouco conhecido na história de Rondônia. Pudera, ele trabalhava

Gente de Opinião Quarta-feira, 11 de março de 2026 | Porto Velho (RO)