Porto Velho (RO) quarta-feira, 11 de março de 2026
opsfasdfas
×
Gente de Opinião

Montezuma Cruz

Sim, Porto Velho tem peteca!


Sim, Porto Velho tem peteca! - Gente de Opinião

De uns tempos para cá, tudo é eletrônico, muitas vezes sem graça. Competições que marcaram a infância de sessentões agora caminham para o baú de brincadeiras não mais praticadas: peteca, amarelinha, pião e bolinhas de gude, especialmente.

Originária de Minas Gerais, a peteca era praticada entre indígenas que utilizavam tocos de madeira e palha amarrados em penas de aves. Eles arremessavam o artefato entre si como forma de diversão.

Há coisas que ficaram lá na infância, sepultadas definitivamente da modernidade avassaladora em termos de diversões.

Por esse motivo, alegro-me ao ler edital assinado por Lucas Pereira Ramos, publicado na página a9 do Diário da Amazônia desta quinta-feira, no qual a Federação de Peteca do Estado de Rondônia convoca atletas e clubes associados para assembleia extraordinária eletiva no dia 31 de janeiro, às 20h, no Colégio Padre Mário Castagna.

Sabendo que o Areal é palco de uma dos maiores campos de areia da cidade, no qual competidores empinam pipas em diferentes períodos do ano, passo a conhecer o bairro, também, por conservar uma brincadeira tão antiga no País.

A Wikipedia ensina: a peteca é posta em jogo através de um saque, no qual o jogador a golpeia com a mão para que passe por cima da rede. A peteca deve ser jogada para a outra metade da quadra com um único toque, sem que tenha tocado o chão.

Utiliza-se o sistema de vantagens para contagem de pontos. Outro detalhe importante é que após o saque, o ponto deverá ser finalizado em 24 segundos, ou senão a vantagem será revertida.

Regras básicas: s duração de um jogo é variável: cada set dura 16 minutos cronometrados de peteca em jogo, entretanto, caso uma equipe consiga conquistar 25 pontos antes desse tempo, é declarado o fim do set.

As partidas de peteca são, em geral, disputadas em melhor de três sets. Sendo assim, se uma equipe ganhar os dois primeiros é considerada a vencedora da partida. A forma de início do jogo é semelhante à do vôlei. Alô, alô, Lúcio Albuquerque.

ERÁRIO

Alguns auditores, outros executivos e parlamentares precisam zelar pela fala e pela escrita: erário público é redundância; todo erário é público. Basta escrever: erário.

* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela "OPINIÃO", que é exclusiva do autor.

Gente de OpiniãoQuarta-feira, 11 de março de 2026 | Porto Velho (RO)

VOCÊ PODE GOSTAR

Antes do Estado, a escravidão; horrores vistos pelo repórter

Antes do Estado, a escravidão; horrores vistos pelo repórter

A prática do trabalho em condições análogas à escravidão em Colorado do Oeste, Cerejeiras, Chupinguaia e Vilhena estava longe de ser um fato novo, c

O jumento é nosso irmão

O jumento é nosso irmão

Em meio século de Rondônia, o jornalista cearense Ciro Pinheiro de Andrade viu a saga da cassiterita. Seu olhar sociológico traz para análise histór

O menino viu

O menino viu

O garoto que caminhava nos arredores do Centro de Triagem de Migrantes (Cetremi), em Vilhena, não teve dificuldade para ver de perto o cadáver no chão

Direita chama esquerda na USP, e o parto urbanístico de Rondônia saiu muito bem

Direita chama esquerda na USP, e o parto urbanístico de Rondônia saiu muito bem

Saudoso geógrafo Milton Santos, da Universidade de São Paulo (USP), é um personagem pouco conhecido na história de Rondônia. Pudera, ele trabalhava

Gente de Opinião Quarta-feira, 11 de março de 2026 | Porto Velho (RO)