Segunda-feira, 30 de março de 2009 - 14h52
Luta de agentes rodoviários concursados ganha apoio. Só a PRF não se manifesta.
MONTEZUMA CRUZ
Agência Amazônia
BRASÍLIA – O apoio parlamentar feminino ao pleito dos 406 excedentes do concurso da Polícia Rodoviária Federal (FOTO: Marinha Raupp conversou com sindicalistas da PRF durante café da manhã) vem fazendo a diferença. Mais uma deputada manifestou-se favorável à imediata contratação dos aprovados: Marinha Raupp (PMDB-RO). Ao participar de café da manhã com dirigentes do Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais dos estados de Rondônia e Acre, ela confirmou o compromisso de apoiar as reivindicações da classe e o pedido dos excedentes. A situação dos futuros agentes está em análise nos ministérios da Justiça e do Planejamento, Orçamento e Gestão.
O café da manhã foi promovido pela Frente Parlamentar em Defesa da Polícia Rodoviária Federal. Marinha Raupp destacou a importância da PRF nas ações de segurança pública e defesa da vida: “É preciso desenvolver ações que fortaleçam a instituição”, defendeu. Na semana passada, as deputadas Perpétua Almeida (PCdoB-AC) e Alice Portugal (PCdoB-BA) manifestaram-se em defesa dos concursados.
No entanto, os aprovados no concurso de 2008 estranham que a direção do Departamento de Polícia Rodoviária Federal, o maior interessado em preencher as lacunas nas rodovias amazônicas e no restante do País, até agora não tenha se manifestado a respeito da mobilização. O pleito dos excedentes, que tem o apoio sindical, já está nas mãos do ministro da Justiça, Tarso Genro, mas quem pode autorizar a contratação dos futuros agentes é o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo.
Os excedentes compõem uma lista de aprovados no certame aberto em 2008 para suprir carências funcionais em Mato Grosso e
![]() |
| Rodovias estão despoliciadas na Amazônia; e o governo não contrata concursados / DIVULGAÇÃO |
Quarta-feira, 11 de março de 2026 | Porto Velho (RO)
Antes do Estado, a escravidão; horrores vistos pelo repórter
A prática do trabalho em condições análogas à escravidão em Colorado do Oeste, Cerejeiras, Chupinguaia e Vilhena estava longe de ser um fato novo, c

Em meio século de Rondônia, o jornalista cearense Ciro Pinheiro de Andrade viu a saga da cassiterita. Seu olhar sociológico traz para análise histór

O garoto que caminhava nos arredores do Centro de Triagem de Migrantes (Cetremi), em Vilhena, não teve dificuldade para ver de perto o cadáver no chão

Direita chama esquerda na USP, e o parto urbanístico de Rondônia saiu muito bem
Saudoso geógrafo Milton Santos, da Universidade de São Paulo (USP), é um personagem pouco conhecido na história de Rondônia. Pudera, ele trabalhava
Quarta-feira, 11 de março de 2026 | Porto Velho (RO)