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Montezuma Cruz

'Superinteressante' mostrará pirâmides e geoglifos de Rondônia


 
'Superinteressante' mostrará pirâmides e geoglifos de Rondônia - Gente de Opinião
Pedra encontrada em área pesquisada e empurrada por trator em área hoje rural /JOAQUIM CUNHA
 


MONTEZUMA CRUZ
Amazônias

BRASÍLIA — A ameaça de destruição ao patrimônio arqueológico que pode levar arqueólogos e paleontólogos a identificar restos do que seria o Eldorado Paititi será assunto da revista Superinteressante. A informação foi dada nesta sexta-feira, 9, pelo farmacêutico e bioquímico Joaquim Cunha da Silva, que no ano passado registrou a existência de geoglifos na região da Zona da Mata, em Rondônia.

A revista mostrará o que já comentamos neste site a respeito da ocorrência de queimadas e do uso de tratores e máquinas por agricultores que, em sua maioria, ainda desconhece o valor histórico das peças de cerâmica, pedras e outros objetos encontrados nas terras situadas entre Alta Floresta do Oeste, Rolim de Moura e Alto Parecis.
 
O pesquisador disse à revista que o seu pedido ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) é para o tombamento dessas áreas na condição de Patrimônio Histórico da Humanidade.
'Superinteressante' mostrará pirâmides e geoglifos de Rondônia - Gente de Opinião
Serpente Jaguar Condor Lagouna Paititi, vista na Expedição de 2009 /JOAQUIM CUNHA

 
— Esses locais representam um monumento arqueológico e astronômico de toda a América — afirmou.
 

No Google Earth

Os geoglifos e pirâmides descobertos pelo farmacêutico já estão delimitados no Google Earth e descritos ao Cartório de Registro de Imóveis de Ji-Paraná, com o aval do Ministério Público Federal. 
 
— São desenhos imensos — ele repete. As principais figuras lembram um condor, um jaguar e uma serpente. É preciso ter asas para ver os geoglifos em sua plenitude. E mesmo a bordo de um avião, não é fácil enxergá-los. Por isso, foram necessários muitos anos para serem finalmente desvendados no solo — reitera o pesquisador.
 
Em seu laboratório de análises clínicas, em Rolim de Moura, o pesquisador coleciona há muito tempo diversos artefatos levados por garimpeiros e agricultores que contraíam malária na região.
 
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