Quarta-feira, 19 de dezembro de 2018 - 09h02

Tavera
indo, nera?
Eu
ia, ou estava indo. Não era?
Tênqui
virar
a etiqueta para ver a validade.
É
preciso.
Eu
têo 47 castanheiras plantadas.
Tenho.
Vô
trabando devagar.
Vou
trabalhando de devagar
Ê Harli, traubujão!
Ei
Harli, traga o bujão.
Ucê conhece o pudê economicudele?
Poder
econômico dele (cacófato).
U
sinhô, é souleiti?
Atendente
da padaria, perguntando ao freguês se ele só compraria o leite.
U
seu
pão é o milhó.
Seu
pão é o melhor.
Usotro
pé
de mandioca, eles arrancaram.
Os
outros.
* *
*
Um
pouco do jeito nortista e nordestino de falar no Distrito Federal e em Porto
Velho. Anotei frases em minhas viagens de ônibus, metrô, nas ruas a pé, e na
convivência com funcionários do Senado Federal e da Câmara dos Deputados.
Modificações ocorridas com o uso de cacófatos, fonemas, pleonasmos, verbos
conjugados pela metade ou misturados.
Quarta-feira, 11 de março de 2026 | Porto Velho (RO)
Antes do Estado, a escravidão; horrores vistos pelo repórter
A prática do trabalho em condições análogas à escravidão em Colorado do Oeste, Cerejeiras, Chupinguaia e Vilhena estava longe de ser um fato novo, c

Em meio século de Rondônia, o jornalista cearense Ciro Pinheiro de Andrade viu a saga da cassiterita. Seu olhar sociológico traz para análise histór

O garoto que caminhava nos arredores do Centro de Triagem de Migrantes (Cetremi), em Vilhena, não teve dificuldade para ver de perto o cadáver no chão

Direita chama esquerda na USP, e o parto urbanístico de Rondônia saiu muito bem
Saudoso geógrafo Milton Santos, da Universidade de São Paulo (USP), é um personagem pouco conhecido na história de Rondônia. Pudera, ele trabalhava
Quarta-feira, 11 de março de 2026 | Porto Velho (RO)