Domingo, 28 de junho de 2009 - 07h32
Esta semana, descobriu-se mais uma trama, mais uma vergonha impetrada contra a sociedade como um todo mas especialmente contra as forças de segurança e os responsáveis pelo controle dos presídios. Presidiários que mandam e desmandam dentro e fora das cadeias são os principais suspeitos de terem ordenado a queima de ônibus em Porto Velho porque não aceitavam a transferência de “companheiros” que são os chefões do Urso Branco e lá dentro reinam como se autoridades fossem. A ordem da baderna que deixou de quatro toda a comunidade teria partido dentro do Urso Branco, para mostrar o que os bandidos poderiam fazer – e fariam – de pior caso as transferências de presos fossem confirmadas. Um acinte, uma vergonha, um desafio claro, repetido aliás em vários presídios Brasil afora, onde quem manda são os facínoras. E as autoridades, tanto do Congresso quanto do Judiciário, não se mexem, não decidem mudar as leis para deixar de ser – elas e a população – reféns de criminosos irrecuperáveis, que deveriam apodrecer em celas de segurança máxima e tratados com toda a dureza, isolados definitivamente do convívio social. Muitos destes bandidões se bestializaram pela violência, transformando-nos, a nós todos, em suas vítimas diárias. Porque eles sabem que, do jeito que as coisas vão, eles comandarão nossas vidas, estejam soltos ou dentro de cadeias que, na maioria dos casos, são arremedos para que eles paguem pelos crimes que cometeram e ainda cometem. CLIQUE, LEIA E COMENTE A COLUNA "PRIMEIRA MÃO" DO JORNALISTA DE OPINIÃO SERGIO PIRES.
Sexta-feira, 3 de abril de 2026 | Porto Velho (RO)
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Viver de mentiras, de factoides, de programas sociais que colocam grande parte da população sob o tacão populista de um governo, parecia a

Há possibilidade real de que se repita o efeito Bolsonaro de 2018, sobre as candidaturas em Rondônia e em várias regiões do país ou aquele

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