Domingo, 11 de dezembro de 2022 - 13h09

Embora não se possa dizer que
não houve emoção o jogo entre Holanda e Argentina foi apenas regular. Teve um primeiro
tempo morno, quase sem criatividade, com bolas esparsas de perigos e os dois
times brigando pelas bolas, principalmente no meu de campo. Até quiseram fazer
marcações altas, de uma forma muito pouco eficaz. O jogo foi mesmo embolado e
só quando foi se aproximando do intervalo começaram aos poucos, as aparecendo
oportunidades. Mas, Messi, que puxava o jogo para si, não estava acertando,
embora fosse quem mais se movimentava e tivesse chutado sem a capacidade
habitual de acertar. Messi, porém faz diferença mesmo sem jogar o que sabe. E
foi de um passe milimétrico dele que, aos 34 minutos, Molina aproveitou e com
categoria, na saída do goleiro, deu apenas um leve toque para abrir o placar.
No restante do tempo a Holanda não encontrou um meio de incomodar a meta de
Martínez. Na volta do segundo tempo o jogo voltou a ficar igual com ambas as
equipes procurando criar oportunidades. De efetivo uma cobrança de falta de
Messi, que passou raspando a trave. Numa jogada, aos 25 minutos, de Acuña,
Dumfries, infantilmente, o derrubou na área. Pênalti. Messi cobrou e converteu:
2x0. Neste momento a partida parecia liquidada. Futebol, no entanto, é uma
caixinha de surpresas. Como se diz, normalmente, nas melhores peladas, só
termina quando acaba. E o jogo continuou disputado e modorrento até que faltando
sete minutos para o seu fim, depois de um cruzamento da direita para a área,
Weghorst, bem colocado, numa ilha que a defesa argentina criou, de cabeça
diminuiu e a Holanda voltou para o jogo. O acirramento levou a que Paredes,
quase no fim do segundo tempo, chutasse a bola no banco dos reservas holandeses,
que partiram para cima dele criando a maior confusão. O árbitro, sabiamente,
não expulsou ninguém e somente deu um cartão amarelo para o meia argentino.
Quando tudo estava para ser concluído, no último minuto, numa jogada ensaiada,
em uma falta frontal, os holandeses mostraram sua malícia passando a bola na
área para Weghorst empatar e levar a
partida para prorrogação. E nela, sem dúvida, a Argentina esteve melhor e quase
conseguiu, em duas oportunidades, vencer o goleiro da Holanda com Lautaro
Martínez, que desperdiçou, se assim que se pode dizer, porque as bolas pararam
Van Dijk e Noppert. E, por ironia, no
último lance, Enzo Fernández foi acionado deu um chutaço que carimbou a trave.
Messi, que bateu o primeiro pênalti pela
Argentina o fez com frieza, pela segunda vez, provando que é um jogador que, em
qualquer ocasião faz diferença, e, para
a festa da empolgada torcida albiceleste, Emiliano Martínez defendeu as duas
primeiras da Holanda, de Virgil van DIjk e Steven Berghuis. A Argentina
converteu suas três primeiras e bastava Enzo Fernández fazer para acabar com o
jogo. Não conseguiu ao chutar ao lado do gol. A quarta cobrança foi de Lautaro
Martínez, que, implacável, balançou as redes para dar a classificação aos
sul-americanos. A Argentina venceu sem brilho, mas com méritos inegáveis.
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