Quarta-feira, 16 de agosto de 2023 - 07h39

Queiram,
ou não, os despeitados, porém a grande verdade é que Neymar Júnior é, no
momento, o maior jogador de futebol em atividade. Não que possamos desconhecer
a história de Messi ou de Cristiano Ronaldo, duas grandes lendas do futebol
moderno, ou a qualidade de um Lewandowsky, de um Benzema ou de um Mbappé. Sim,
todos são grandes nomes dos campos de futebol. No entanto, ninguém consegue ter
o apelo emocional, a presença mundial e as atenções que Neymar desperta. Isto
para o bem ou para o mal. Assim como o criticaram por ter ido para o PSG,
agora, também o criticam por ir para o Al-Hilal. Até dizem que, como vai para
um campeonato com menos apelo visual do que a Champions League, tende a
encerrar sua carreira como jogador de alta intensidade. Isto é uma bobagem sem
tamanho. A grande, a enorme realidade é que o futebol está equalizado em todo
mundo. Num nível mais alto físico e de menor qualidade-é verdade-mas é assim.
Basta ver que os clubes árabes, ultimamente, tem enfrentado os grandes clubes
europeus de igual para igual. Basta ver, por exemplo, que o Olimpia faz três
gols e desclassifica o Flamengo; que um clube como Deportivo Pereira ganhou do
Boca Juniors, despachou o Independente Del Valle e está entre os oito maiores
da Libertadores da América. Aqui mesmo, é preciso ver, que o América Mineiro,
que está em último lugar no campeonato brasileiro, é um time muito difícil de
ser batido, o que mostra o equilíbrio do Brasileirão, e, pasmem, está entre os
oito classificados na Sul Americana e não será muito espantoso se chegar na
semifinal ganhando do Fortaleza. Voltando a Neymar. A verdade é que sua ida
para o PSG foi um passo arriscado. E ele foi protagonista no time francês. Pode
ser que haja alguns erros seus, mas os acertos foram maiores. E, convenhamos, o
campeonato francês é um dos mais pesados que existe, daí também as lesões que o
acompanharam. A meu ver não teve sorte. Mas, o time também não ajudava pelas
mudanças e o ajuntamento de jogadores. Até teve entrosamento, em alguns
momentos, todavia nunca foi, de fato, uma grande equipe, mesmo agrupando
jogadores de qualidade como o trio Messi, Neymar e Mbappé. O ambiente também
nunca ajudou. Como não se valorizar ter um jogador como Messi, como Neymar no
seu time? Como hostilizar estrelas deste tamanho? A verdade é que Neymar saiu
por falta de opção, por não se sentir feliz em jogar lá. E ir para o Al-Hilal
nas atuais circunstâncias é sim um gol de placa. Em primeiro lugar pela fortuna
que irá auferir e, em segundo lugar, por potencializar as luzes que se jogam
sobre o futebol árabe. Hoje, com nomes como os de Cristiano Ronaldo, Benzema,
Kanté e tantos outros que poderiam ser citados é um futebol ascendente sim.
Assim como Messi valoriza o futebol norte-americano também Neymar valoriza o
futebol árabe. Ambos, como Cristiano Ronaldo, fazem história, uma nova
história. E tornam o futebol o maior esporte mundial mais globalizado do que
nunca. A verdade é que muitas pessoas no mundo, agora, comprarão a camisa do
Al-Hilal e desejarão assistir seus jogos por causa de Neymar. Não é pouca
coisa. E quando se paga o que se pagou para ele é porque, com certeza, o
retorno vale a pena.
Quarta-feira, 11 de março de 2026 | Porto Velho (RO)
Os desafios do Brasil num cenário global adverso
Quais são os objetivos centrais das políticas públicas adotadas pela quase totalidade dos 193 países membros da Organização das Nações Unidas? Em te

Aumento do imposto de importação já eleva preços dos celulares no Brasil
O aumento do imposto de importação sobre smartphones, oficializado pela Resolução Gecex nº 852/2026, já começa a gerar impacto no mercado. A alíquot

Reforma Tributária: a conta será mais pesada para MEIs e pequenas empresas
Os pequenos negócios são a espinha dorsal da economia brasileira. Dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) indicam

Cultura e gosto popular: entre a grande arte e o viral
Sinceramente, poucas vezes consigo me sintonizar com os pensamentos de Donald Trump - figura marcante no cenário político moderno e, como todo magna
Quarta-feira, 11 de março de 2026 | Porto Velho (RO)