Quinta-feira, 1 de dezembro de 2022 - 11h14

No
grupo D, França foi enfrentar a Tunísia para cumprir tabela tanto que colocou o
time reserva. Já o outro jogo, o da Dinamarca, que enfrentou a Australia
pressionada por precisar do resultado para ir em frente, era o jogo decisivo. E
os dinamarqueses tiveram mais posse de bola, no primeiro tempo, sem conseguir
passar por uma defesa bem postada. Até teve a melhor oportunidade, com Jansen,
aos 11 minutos, quando Ryan defendeu, mas com jogadas laterais não conseguiam
chegar ao gol. McGree e Duke tentaram de fora da área sem sucesso e os
contra-ataques também não aconteceram. A Austrália voltou, no segundo tempo,
mais
agressiva, propondo mais jogo e era melhor no setor
ofensivo. Logo no início finalizou por cima do gol de Schmeichel. Os
ataques, no entanto não conseguiam ser efetivos e a Dinamarca, apesar de tudo,
continuava com mais posse de bola mesmo sem efetividade. O problema foi que
perderam a bola e os australianos conseguiram encaixar um ataque com Leckie,
que recebeu lançamento perfeito de McGree, deu dois dribles desconcertantes em
Maehle, já na área, e chutou cruzado no canto, abrindo o marcador. Se a Dinamarca não se acertava antes não se
acertou também depois. A Tunísia fez um a zero na França e, por dois minutos,
parecia poder ir para a outra fase, mas sofreu até o fim para ganhar e com um
gol anulado de Greizman, erroneamente, no último minuto. Os tunisianos
experimentaram o doce sabor de ganhar da França e o amargo gosto de ter que ir
embora. Já na grupo C o jogo decisivo foi
o da Polônia com a Argentina. Os portenhos precisavam ganhar para alcançar as
oitavas. E amassaram a Polônia. Tiveram 74% de posse de bola no primeiro tempo e
se deram ao luxo de perder um pênalti e, logo quem, Messi. Sejamos justos:
Messi não perdeu. Foi o espirito de justiça dos campos de futebol que o impediu
de marcar. Foi um erro de arbitragem. O goleiro acertou o rosto de Messi, mas
depois que este colocou a bola para fora e não teria como parar. Podia ser o
fim da picada. Não foi. Messi, frio, procurou o jogo mais do que nunca e a foi
na base da raça e da emoção quem no segundo tempo, aos 15 minutos, Mac Allister
encerrou o sofrimento argentino, depois as tentativas continuaram até que, aos
22 minutos, veio segundo gol, com Julián Álvarez, que recebeu um passe de Enzo
Fernández na grande área e finalizou no ângulo, e Szczesny não teve como fazer
nada. Apesar disto foi a grande figura do jogo: num jogo só fez mais defesas
que 80% dos goleiros nos outros jogos da Copa. A Argentina teve uma vitória
tranquila e merecida, pois os polonese não viram a bola. Sorte deles que, mesmo
o México amassando a Arabia Saudita, e fazendo dois gols, levaram um nos
acréscimos. A copa tem dessas coisas: perdendo a Polonia se classificou. Uma
classificação penosa na base da loucura das duas equipes que procuraram o gol:
Argentina e México. A Argentina mostrou que é uma grande equipe e que pode
chegar a ser campeã.
Fonte: Um
Estranho no Ninho (https://spersivo.blogspot.com/).
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