Terça-feira, 22 de outubro de 2013 - 17h09
Na verdade conheci a poesia de Vinícius de Moraes antes de conhecê-lo. E digo conhecê-lo mesmo por suas obras e por uma admiração que se estendeu a outros grandes nomes da música brasileira que foram, são, o inesquecível Tom Jobim e o então jovem violonista e também notável compositor Toquinho. Vinícius me conquistou, sem quem soubesse quem era, pela maravilhosa letra de “Serenata do Adeus”: “Ai, vontade de ficar mas tendo que ir embora/Ai, que amar é se ir morrendo pela vida afora/É refletir na lágrima, um momento breve/De uma estrela pura cuja luz morreu”. Bastaria ter feito isto para já ser considerado um dos grandes poetas brasileiros. Vinícius, no entanto, era uma fonte permanente de poesia e de musicalidade. Se, nos versos de
Dialética
É claro que a vida é boa
E a alegria, a única indizível emoção
É claro que te acho linda
Em ti bendigo o amor das coisas simples
É claro que te amo
E tenho tudo para ser feliz
Mas acontece que eu sou triste...
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