Segunda-feira, 1 de novembro de 2021 - 13h59

Em visita à cidade de
Anguillara Veneta, na Itália, nesta segunda-feira (1), o presidente Jair
Bolsonaro disse à imprensa que soube “extraoficialmente” que um novo aumento
dos combustíveis está sendo planejado pela Petrobras para daqui a 20 dias.
Segundo ele, o assunto será prioridade em seu retorno ao Brasil nesta
terça-feira (2).
“Esta semana vai ser um jogo
pesado com a Petrobras, porque eu indico o presidente, quer dizer, tem que
passar pelo conselho, não sou eu que indico, e tudo que de ruim acontece lá cai
no meu colo. O que é bom não cai nada em meu colo”.
O ideal, na visão do
presidente, é tirar a estatal “das garras do Estado”, com a privatização da
empresa. “Isso é o ideal, no meu entender, que deve acontecer. Agora, isso aí
não é colocar na prateleira e vender amanhã. Esse processo vai durar mais de
ano”, admitiu.
Ainda na avaliação de
Bolsonaro, um novo reajuste não pode acontecer. “A gente não aguenta porque o
preço dos combustíveis está atrelado à inflação e falou em inflação, falou em
perda do poder aquisitivo. A população não está com salário preservado ao longo
dos últimos anos. Os mais pobres sofrem”, disse.
O presidente disse que está
disposto a rediscutir a política de preços da companhia, mas sem interferir nos
“rendimentos dos acionistas”.
O presidente Bolsonaro
acrescentou que o governo federal não tem interesse nos dividendos recebidos
pelo lucros da Petrobras. Nesse sentido, disse que tem conversado com o
ministro da Economia, Paulo Guedes, para que esses recursos sejam revertidos
para abater o preço do diesel.
O presidente atribuiu a alta
nos preços dos combustíveis à corrupção de governos passados e às leis antigas.
Bolsonaro defendeu o congelamento dos impostos e apontou como “vilão” do custo
final na bomba o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
Na semana passada, o Conselho
Nacional de Política Fazendária (Confaz), do qual integram secretários de
Fazenda dos estados e do Distrito Federal, aprovou o congelamento do valor do
ICMS cobrado nas vendas de combustíveis por 90 dias.
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