Quarta-feira, 1 de abril de 2026 - 16h29

Mais de 1 milhão e 200 mil pequenas empresas em
todo o Brasil, sendo quase 10 mil em Rondônia, foram notificadas pela Receita
Federal com o Termo de Exclusão do Simples Nacional. O alerta atinge empresas
optantes pelo regime, incluindo Microempreendedores Individuais (MEI),
Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP), e acende um sinal de
atenção para empresários que possuem pendências fiscais e podem ser excluídos
automaticamente do sistema. As notificações foram disponibilizadas entre os
dias 20 e 23 de março no Domicílio Tributário Eletrônico do Simples Nacional, o
DTE-SN, acompanhadas de um relatório com o detalhamento dos débitos existentes
junto à Receita Federal e/ou à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. A
consulta deve ser feita exclusivamente pelos canais digitais, por meio do
próprio DTE-SN ou do portal e-CAC, no site da Receita Federal, já que esse tipo
de comunicação não é enviado pelos Correios. A partir da leitura da
notificação, começa a contar o prazo de 90 dias para que o empresário
regularize a situação. Caso isso não aconteça, a empresa poderá ser excluída do
Simples Nacional, o que representa um impacto direto e severo na carga
tributária. Em alguns casos, os custos podem mais que dobrar. Um exemplo é o do
MEI, que hoje paga em torno de R$ 85 por mês e pode passar a arcar com valores
superiores a R$ 1.800 mensais fora do regime, o que pode comprometer a
continuidade do negócio. Apesar da gravidade da situação, ainda há
possibilidade de regularização. O empresário pode quitar os débitos à vista ou
optar pelo parcelamento, com chance de obter descontos que podem chegar a até
70% do valor da dívida. Nos casos em que houver discordância em relação à
exclusão, também é possível apresentar contestação em até 20 dias úteis após a
ciência da notificação, de forma totalmente online, conforme as orientações da
Receita Federal. As empresas que não resolverem suas pendências dentro do prazo
serão excluídas do Simples Nacional a partir de 1º de janeiro de 2027. No caso
dos microempreendedores individuais, haverá ainda o desenquadramento automático
do Simei. Diante desse cenário, a orientação é que os empresários consultem
imediatamente sua situação fiscal e busquem apoio especializado caso tenham
dúvidas ou precisem de ajuda para regularizar a empresa. O Simpi disponibiliza
atendimento para os empreendedores que estejam nessa condição ou que ainda não
tenham certeza sobre a possível exclusão. O contato pode ser feito pelos
WhatsApp (69) 99933-0396 e (69) 98406-9045. A recomendação é não deixar para
depois. Regularizar a situação agora pode ser decisivo para proteger a saúde
financeira e o futuro do negócio.
Assista: https://youtu.be/3javylBjPzY
Petróleo a U$200? Impactos da guerra entre EUA,
Israel e Irã
Os impactos econômicos do conflito entre Estados
Unidos e Israel contra o Irã já se manifestam de forma relevante no cenário
internacional, especialmente diante da duração prolongada dos confrontos e da
ausência de definição sobre seu encerramento. Inicialmente considerado um
episódio de rápida resolução, o conflito se estende por aproximadamente um mês,
sem alterações estruturais no regime iraniano, que permanece atuante mesmo após
perdas em sua cúpula. A reação interna não resultou em mobilização suficiente
para alterar o quadro político, o que contribui para a continuidade das
hostilidades. De acordo com o economista Hudson Bessa, ao longo desse período
observa-se uma condução externa marcada por alternância entre sinais de
encerramento, tentativas de negociação e recuos, o que amplia a incerteza
global. Esse comportamento impacta diretamente os mercados, que passam a reagir
com maior sensibilidade a declarações e movimentos políticos. No campo
econômico, um dos principais efeitos está na elevação do preço do petróleo. A
cotação, que estava próxima de 70 dólares no início do conflito, ultrapassou os
100 dólares, com picos entre 110 e 120 dólares, estabilizando-se posteriormente
em torno de 105 dólares. Esse movimento está relacionado à importância do
Estreito de Hormuz, por onde circula cerca de 20% do petróleo mundial, tornando
a região um ponto crítico para a oferta global. A redução ou o risco de
interrupção no fluxo pressiona os preços internacionais. O encarecimento do
petróleo impacta diretamente os preços de combustíveis e energia, gerando pressão
inflacionária em diversas economias. Como resposta, bancos centrais adotam
posturas mais cautelosas. No Brasil, a redução da taxa de juros ocorreu em
ritmo inferior ao esperado, com sinalização de dependência de dados futuros
para novas decisões. Nos Estados Unidos, a manutenção das taxas sem indicação
de cortes reforça a prioridade no controle da inflação. O ambiente de juros
mais elevados resulta em aumento do custo de capital, encarecimento do crédito
e redução da demanda. Esses fatores afetam a rentabilidade das empresas e
limitam a expansão econômica. A combinação entre inflação pressionada e
política monetária restritiva contribui para um cenário de crescimento mais
moderado. Paralelamente, a instabilidade geopolítica intensifica a volatilidade
dos mercados financeiros. Oscilações em preços de ativos, commodities e moedas
tornam-se mais frequentes, dificultando previsões e planejamento. Esse contexto
reduz a visibilidade para decisões de médio e longo prazo. Diante desse
cenário, observa-se uma tendência de crescimento econômico mais contido,
associada a custos financeiros elevados e maior incerteza. Empresas operam com
perspectivas de receitas mais moderadas e enfrentam desafios adicionais na
definição de estratégias, exigindo acompanhamento constante das condições
econômicas e ajustes frequentes no curto prazo.
Assista: https://youtu.be/ipg_8hs9NQQ
Axiopay e Feempi/Simpi firmam parceria estratégica
para impulsionar micro e pequenas empresas
A Axiopay anunciou parceria com o Feempi/Simpi para
oferecer soluções de pagamento com condições exclusivas a micro e pequenas
empresas. A iniciativa busca reduzir custos, ampliar a competitividade e
facilitar a gestão financeira dos empreendedores. Entre os principais
benefícios estão taxas diferenciadas, acesso a uma área digital exclusiva,
tecnologia integrada de pagamentos e antecipação de recebíveis. Com a nova
aliança, a Axiopay passa a disponibilizar uma área dedicada exclusivamente aos
associados do SIMPI em sua plataforma. O objetivo é centralizar as soluções de
pagamento — como checkout transparente, antecipação de recebíveis e gestão de
cobranças — em um ambiente customizado, simplificando a jornada digital do
empreendedor industrial. A plataforma também passa a incluir um módulo de CRM
para gestão de funcionários e associados. A Axiopay, fintech que vem
transformando a maneira como empresas gerenciam suas transações financeiras,
deu um passo decisivo em sua evolução tecnológica. Já consolidada como um dos
gateways de pagamento mais robustos do mercado, a plataforma agora integra um
módulo de CRM (Customer Relationship Management) de última geração, desenhado
especificamente para suprir uma lacuna crítica: a gestão inteligente de
funcionários em empresas e de associados em sindicatos e entidades de classe.
Com essa atualização, a Axiopay deixa de ser apenas uma ferramenta de cobrança
para se tornar um sistema de gestão operacional completo, unindo a solidez
financeira à inteligência de dados. Segundo a empresa, a expectativa é que a
medida simplifique operações e permita que os empresários foquem no crescimento
dos negócios em um cenário cada vez mais digital. Os associados interessados já
podem acessar o portal da parceria através do link oficial
https://axiopay.com.br . No espaço, o empresário encontrará o passo a passo
para integração do gateway e o suporte técnico especializado para a ativação
das taxas promocionais.
Saiba mais:
https://axiopay.com.br
Imposto de Renda 2026: prazo, organização e
cuidados no envio da declaração
A obrigatoriedade tributária se mantém como
elemento recorrente na rotina dos contribuintes, especialmente no início de
cada ano, quando são recebidas cobranças como IPTU, IPVA e as comunicações
relacionadas à entrega da declaração do Imposto de Renda. Em 2026, o período
para envio da declaração apresenta um intervalo definido, exigindo atenção ao
prazo estabelecido e à organização das informações necessárias. O auditor e
perito contador Vitor Stankevicius chama atenção para o prazo de entrega da
declaração do Imposto de Renda em 2026, que inicia em 23 de março e se encerra
em 29 de maio, totalizando 67 dias. A data final difere do padrão de anos
anteriores, o que exige atenção para evitar atrasos. O cumprimento do prazo é
um dos principais pontos para evitar penalidades. A preparação antecipada
envolve a reunião de documentos como informes de rendimentos, comprovantes de
pagamentos e demais registros financeiros do período. A organização dessas
informações permite maior controle no preenchimento e reduz a probabilidade de
inconsistências. A utilização da declaração pré-preenchida, disponibilizada
pela Receita Federal, pode facilitar o processo, especialmente pela agilidade
no preenchimento e pela possibilidade de priorização na restituição. No
entanto, as informações apresentadas nesse modelo não possuem caráter
definitivo. Os dados são fornecidos com base em informações transmitidas por
terceiros, podendo conter divergências ou omissões.Dessa forma, permanece a
responsabilidade do contribuinte em verificar todos os dados antes do envio. A
conferência detalhada das informações é necessária para evitar inconsistências
que possam resultar em retenção da declaração para análise. A identificação de
erros após o envio pode levar à necessidade de retificação ou à aplicação de
encargos, como multas e juros. O envio correto da declaração depende, portanto,
da combinação entre organização prévia, atenção aos prazos e validação
cuidadosa das informações, reduzindo riscos e garantindo conformidade com as
exigências fiscais.
Assista: https://youtu.be/9crEVGDC8tM
Reforma Tributária Silenciosa: mudanças no Imposto
de Renda avançam paralelamente à reforma do consumo
A reforma tributária no Brasil avança não apenas
sobre os tributos relacionados ao consumo, mas também sobre a estrutura do
Imposto de Renda, por meio de alterações legislativas implementadas de forma
paralela. Enquanto a criação da Contribuição sobre Bens e Serviços e do Imposto
sobre Bens e Serviços marca a mudança no sistema de consumo, outras
modificações vêm sendo introduzidas no campo da tributação da renda, como
observa o advogado tributarista Mario Franco. A partir do próximo ano,
inicia-se a implementação do novo modelo sobre consumo, com a substituição de
tributos como PIS e COFINS. Paralelamente, observa-se um conjunto de medidas
que alteram a forma de incidência do Imposto de Renda, com impacto direto sobre
pessoas físicas e jurídicas. Uma das mudanças refere-se à tributação de
rendimentos obtidos no exterior por meio de estruturas offshore. A legislação
passou a prever a incidência automática de imposto sobre esses rendimentos,
independentemente da distribuição de lucros ao titular. Com isso, valores ainda
não disponibilizados ao contribuinte passam a ser considerados para fins de
tributação. Outra alteração relevante envolve as subvenções para investimento
concedidas por estados. Esses incentivos, anteriormente excluídos da base de
cálculo do Imposto de Renda, passaram a ser tratados como créditos sujeitos a
verificação mais rigorosa antes de sua utilização. A mudança altera a forma de
aproveitamento desses benefícios fiscais. Também foram introduzidas
modificações na tributação de dividendos. Passou a existir incidência de
imposto na fonte, com alíquota de 10%, além da previsão de uma tributação
mínima para contribuintes com rendimentos mais elevados. Essa medida foi
acompanhada por ajustes que incluem faixas de isenção para rendas menores. Além
disso, a legislação recente estabeleceu a redução progressiva de benefícios
fiscais em diferentes setores da economia, com exceção de regimes específicos
como o Simples Nacional. Essa redução altera o volume de incentivos disponíveis
e impacta o planejamento tributário de empresas. O conjunto dessas medidas
evidencia mudanças estruturais na tributação da renda, implementadas de forma
simultânea à reforma dos tributos sobre consumo. O cenário resultante apresenta
novas regras de apuração, ampliação da base tributável e revisão de benefícios
fiscais, exigindo adaptação por parte dos contribuintes e revisão de
estratégias fiscais.
Assista: https://youtu.be/JWAyGa74qT4
Quarta-feira, 1 de abril de 2026 | Porto Velho (RO)
Fecomércio-RO cita estudo da CNC e aponta impacto econômico de proposta sobre jornada 6x1
A Fecomércio-RO manifestou preocupação com os efeitos econômicos da proposta em debate no Congresso Nacional que altera o modelo de jornada de traba

Páscoa deve movimentar R$ 139,2 milhões no comércio de Rondônia em 2026
O período de Páscoa deve movimentar cerca de R$ 139,2 milhões na economia de Rondônia em 2026, segundo levantamento da Fecomércio-RO, realizado no m

Abrasel lança cartilha para ajudar MEIs a vender melhor no delivery
Os microempreendedores individuais representam a maior parte do setor de alimentação fora do lar no país. Segundo pesquisa da FGV em parceria com a

Prefeitura movimenta mais de R$ 4 milhões em Porto Velho com feira gamer
A Prefeitura de Porto Velho, movimentou mais de R$ 4 milhões e reuniu cerca de 40 mil pessoas em dois dias de programação da Tecnogame. O evento impac
Quarta-feira, 1 de abril de 2026 | Porto Velho (RO)