Sábado, 10 de julho de 2021 - 08h41

O Governo de Rondônia, por meio da equipe de Educação Fiscal
da Secretaria de Estado de Finanças de Rondônia (Sefin), reuniu, na
quinta-feira (8), representantes de entidades sociais interessados em
participar do Programa Nota Legal. Devido à pandemia, o encontro foi realizado
por videoconferência e contou com a participação de 29 entidades interessadas
em receber doações, por meio do Programa Nota Legal.
De acordo com o auditor fiscal Nicandro Campos, do Grupo de
Educação Fiscal da Sefin, e o assessor especial da Sefin, Francisco Pinto de
Souza, a reunião esclareceu dúvidas sobre cadastramento das entidades no
programa e procedimentos para receberem doações, valores e prestações de
contas. “O objetivo da reunião foi passar informações sobre os requisitos
legais, ações e condições que as entidades sociais devem atender para
participarem do programa”, disse Nicandro.
O auditor frisou que as entidades devidamente constituídas e
ativas devem primeiro se cadastrar no Sistema Integrado de Parcerias e
Descentralização da Execução das Políticas Públicas e Serviços Públicos não
Exclusivos do Estado (Sispar).
Durante a reunião também foi destacado que as instituições
não podem distribuir lucros entre os integrantes de suas diretorias ou
filiados. Além disso, as entidades deverão prestar contas anualmente da
aplicação dos recursos recebidos em decorrência das doações realizadas pelos
cidadãos que baixarem o aplicativo do programa Nota Legal.
Segundo Nicandro, as entidades devem executar pelo menos uma
ação de educação fiscal por ano e apresentar um relatório da ação. “Essa foi a
segunda reunião realizada com o intento de informar a respeito do funcionamento
do programa. A primeira reunião ocorreu no último dia 25/06 e contou com a
participação de aproximadamente 60 entidades. Na próxima semana, o novo site do
Programa Nota Legal estará no ar, com informações, tutoriais e disposições do
decreto”, finalizou o servidor.
PROGRAMA NOTA LEGAL
O Programa Nota Legal tem como foco estimular a sociedade
rondoniense a exigir o cupom fiscal no ato da compra, utilizando, para isso, a
distribuição de prêmios instantâneos (raspadinhas virtuais) que variam de R$ 50
a R$ 500 e a participação em sorteios trimestrais com prêmios mais volumosos. O
objetivo é aumentar a arrecadação e gerar mais recursos para atender às
demandas da sociedade rondoniense.
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