Segunda-feira, 18 de abril de 2022 - 19h50

A Inteligência Artificial está presente em diversos segmentos do
dia a dia sem que ninguém tenha se dado conta. Você usa o Pix para realizar
transferências bancárias, em tempo real, sem pagar nenhuma taxa extra ao banco?
Você usa o velocímetro do seu carro para acompanhar, em tempo real, a
velocidade que você está, evitando assim pagar multas? Todas essas ações que já fazem parte da nossa rotina foram
processos bem implementados através da Inteligência Artificial, que provou ser
capaz de melhorar diversas decisões corriqueiras através de transformações
digitais.
No mundo corporativo, as empresas estão
usando cada vez mais Inteligência Artificial e Machine Learning para melhorar a
velocidade, agilidade e performance da tomada de decisão operacional. É o caso
da Wayfair, uma empresa de e-commerce que antecipou-se e migrou seus dados para a nuvem
e usa machine learning em várias funções. Durante a crise da COVID-19,
como a demanda do consumidor mudou rapidamente nas diversas regiões, a empresa
conseguiu otimizar a logística de navios de contêineres ao ajustar
continuamente que produtos iam para quais portos. Com o aumento dos preços do
frete sendo mais relevante, a Wayfare economizou cerca de 7,5% em custos de
logística como resultado.
No entanto, as estatísticas sobre a cultura das empresas consideradas Data
Driven, ou seja, que utilizam processos organizacionais orientados por dados,
mostram que mais da metade das empresas não consegue efetivar esse potencial
oferecido pelas alavancas tecnológicas. Segundo pesquisa recente da McKinsey
& Company, 62% das organizações não conseguem adotar ou escalar com sucesso
uma transformação digital; destas, 60% afirmaram que não foram capazes de
priorizar os casos de uso.
Esses números trazem à tona uma realidade que
todos convivemos. Quantas informações e estudos são ignorados pelos próprios
executivos que os demandaram, quando os insights não lhe são favoráveis? Isso
mostra que para chegarmos na evolução da maturidade digital nas empresas, é
preciso considerar um fator importante nesse processo: o componente de pessoas.
Não basta instalar o software, se não há profissionais treinados e capacitados
para realizarem a leitura e a aplicabilidade correta desses dados.
Atualmente, qualquer empresa com o objetivo de ganhar com tecnologias digitais
avançadas tem a oportunidade de aprender com abordagens de melhores práticas.
Olhar para o futuro e investir na análise dos dados, levando em consideração a
importância de ter pessoas que saibam usar esses dados, é essencial para uma
jornada de sucesso.
* Daniel Garbuglio é Vice-Presidente da H2O.ai na América Latina, startup
americana inovadora de Inteligência Artificial em Nuvem, criada em 2012. Com
mais de 20 anos de experiência no desenvolvimento de negócios para empresas
como Microsoft, McKinsey e Oracle, Daniel possui MBA em Business Administration
and Management pela Northwestern University.
Quarta-feira, 8 de abril de 2026 | Porto Velho (RO)
Últimas vagas: projeto gratuito de games convoca jovens para formação em Porto Velho
O tempo está correndo para quem quer entrar no universo dos games em Porto Velho. O projeto GamificaRO segue com inscrições abertas para as últimas

Inscrições abertas para OBA e OBAFOG 2026: participação gratuita aproxima ciência das escolas
Estão abertas as inscrições para a edição 2026 da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) e da Olimpíada Brasileira de Foguetes (OBA

A Exposição Estadual de Ciência, Inovação e Tecnologia Educacional (Expocitec-RO), inicia nesta terça-feira (31) e segue até quarta-feira (1º), em P

TECNOGAME: Prefeitura, em parceria, premia desenvolvedores de Porto Velho, com bolsas de até 100%
A Prefeitura de Porto Velho, sob a gestão do prefeito Léo Moraes, reforça seu compromisso com a educação e a inovação ao elevar o nível da Tecnogame
Quarta-feira, 8 de abril de 2026 | Porto Velho (RO)