Segunda-feira, 11 de março de 2013 - 11h20
Por Humberto Pinho da Silva
Embora existam famílias notáveis, cujos membros se evidenciaram na música, como: a de Sebastian Bach, Beethoven, Mozart e Haydn, e outras, que a genialidade se transmitiu de geração em geração, como a de Murilo, Bacon e Goethe, a verdade é, que a inteligência, infelizmente, não se transmite de pais a filhos.
Não nego que a hereditariedade exerça importante papel, transmitindo tendências; mas os filhos de génios, podem herdar ou não, a inteligência dos progenitores.
Por que é, então, que os filhos dos famosos, em regra, tornam-se notáveis, mormente nas profissões dos pais? É que a educação faz o homem.
É certo que a frequência de boas escolas e professores excepcionais, influem na formação do ser humano, mas o convívio, em família, é determinante. A cultura, facilidade de raciocino, perspicácia, aprende-se, em casa, quase por osmose.
A educação forma o homem e marca o destino de cada um.
É ela, e não a hereditariedade, a principal responsável pelas famílias de génios.
Também o local, o convívio que se tem desde criança, e até a época em que se vive, influenciam na formação e cultura do indivíduo.
Educar, é preparar a criança para o homem que será.
O resultado da educação, sente-se no modo como o homem se comporta na sociedade: como marido, pai, e cidadão.
A primeira escola da criança é a família; é no seu seio que a criança desde a mais tenra idade, plasma o carácter e adopta hábitos, que se irão repetir, inconscientemente, ao longo da vida.
É no convívio com os pais, avós e adultos, que vivem no lar ou que o visitam, que a criança forma a índole.
A educação não se limita a palavras, porque estas pouco valor têm, se não forem acompanhadas pelo exemplo.
A educação que se recebe em casa é que marca as tendências e atitudes: na infância, adolescência e idade adulta.
A inteligência não se herda, mas os dons que Deus dá, são desenvolvidos pelo convívio diário.
Por isso, o povo, costuma afirmar: “ Filho de peixe sabe nadar”, e não erra, porque o “ saber” também se transmite com o convívio de pessoas de elevada cultura, mormente familiares.
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