Segunda-feira, 17 de julho de 2023 - 13h17

A psicomotricidade
é uma prática que usa a educação física como base para promover o desenvolvimento
global através dos movimentos. Esse tipo de ação pedagógica é de extrema
importância, pois a psicomotricidade diminui as chances de dificuldades de
aprendizagem, além de auxiliar no avanço das questões motoras, cognitivas e
afetivas. Em resumo, é a ciência que estuda o ser humano através dos
movimentos, relacionando-os com as questões internas e externas.
A psicomotricidade
contribui de maneira eficaz na estruturação do esquema corporal, como também em
outros aspectos da vida infantil. Estimular o aspecto psicomotor não precisa
ser algo maçante para as crianças. Essa prática pode ser estimulada através de
atividades lúdicas e que despertarão nos pequenos o interesse por desenvolver
seus movimentos com base na consciência e na percepção de cada uma delas.
A família e os
profissionais envolvidos no desenvolvimento do pequeno podem incentivar a
prática de algumas atividades psicomotoras. Algumas brincadeiras são: pular
corda, brincar de pega-pega, dar cambalhotas e estrelinha, pisar em cima de uma
corda colocada no chão ou andar sobre as linhas do piso, brincar de dança das
cadeiras.
Além disso, há
opções como jogos de encaixe, empilhamento de objetos, brincar com massinha de
modelar, contar feijões, brincar de estátua, fazer bolinhas de sabão, assoprar
velas de aniversário e encher balões de festa.
A educação
psicomotora é de fundamental importância para o progresso da criança ao longo
de seu crescimento. Ela atua, além da maneira educativa, de forma preventiva a
partir do momento em que lida com o corpo levando-se em conta o movimento e o
aspecto subjetivo de cada indivíduo em seu respectivo ritmo.
Vale ressaltar
ainda o papel da Psicomotricidade no ato de educar a mente e o corpo
simultaneamente no momento da formação da personalidade. A Psicomotricidade é
responsável pela melhora gradual no desempenho do aluno, capacitando-o a se
desenvolver cada vez mais a partir de seu potencial motor.
Isso auxilia para
que o pequeno aumente seus recursos frente aos desafios surgidos na vida
escolar, no dia a dia do ambiente doméstico e em outras etapas de sua
autonomia.
(*) Luciana Brites
é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/),
autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, pedagoga,
palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e
Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em
Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além
de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.
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