Quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018 - 07h06

Rio 247 - A estudante Beatriz Albino Sevilha, de 19 anos, foi uma dos 53 candidatos que tiraram nota 1.000 na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e viu o nome dela na lista de aprovados em medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ela atribui suas vitórias aos pais: ao pedreiro Junior e à telefonista Renata.
A jovem foi aprovada no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) pela cota de estudantes de escola pública, autodeclarados pretos, pardos ou indígenas, com renda familiar per capita inferior a 1,5 salário mínimo. Ela cursou o ensino médio em uma Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec) do Rio de Janeiro. No último ano, percebeu que "estava zerada em matemática, em física e em conhecimentos básicos" – e então procurou um cursinho.
"Consegui uma bolsa de estudos porque minha prima havia estudado lá e passado na UFRJ. No meu segundo ano no preparo para o vestibular, continuei com a bolsa porque tirei nota boa na redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio)", conta.
Ela defende a política de cotas por ter vivenciado a dificuldade de uma estudante de escola pública conseguir recuperar o que não aprendeu no ensino médio. "Isso não é sistema de benefício a ninguém. É a forma de o governo corrigir um erro que é deixar o negro de lado, negligenciar a educação do pobre. Por anos, não tive matemática nem biologia"
(*Com informações do G1)
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