Segunda-feira, 1 de dezembro de 2025 - 16h30

As meninas cada vez
mais conquistam seu espaço quando o assunto é astronomia. Em 2025, as alunas
que participaram da Olimpíada Brasileira de Foguetes (OBAFOG) receberam 11.725
medalhas em todo o território brasileiro. Esse resultado revela o protagonismo
feminino na olimpíada científica, mostra o talento e incentiva a participação
delas na ciência.
De acordo com a
organização da OBAFOG, as estudantes que se destacaram na construção e no
lançamento de foguetes educacionais conquistaram 4.646 medalhas de ouro, 4.682
de prata e 2.397 de bronze.
A edição de 2025
distribuiu, ao todo, 26.188 medalhas para alunos de escolas públicas, privadas
e rurais de todo o país. Foram 10.441 de ouro, 10.312 de prata e 5.435 de
bronze.
Categorias
A OBAFOG é dividida
em 6 níveis. O nível 1 é destinado aos estudantes do 1º ao 3º ano do
fundamental. O objetivo é construir e lançar foguetes de canudo por impulso de
ar comprimido. No nível 2, participantes do 4º ao 5º ano lançam foguetes de
papel movidos por impulso de ar comprimido.
Já o nível 3 é para
os matriculados entre o 6º e o 9º, que precisam elaborar e lançar foguetes de
garrafa pet movidos com água e ar comprimido. No nível 4, alunos do ensino
médio lançam foguetes movidos com vinagre e bicarbonato de sódio. Já no nível
5, alunos do ensino médio ou superior lançam foguetes de propulsão sólida.
Além disso, alunos
dos 8º e 9º anos do fundamental e ensino médio (níveis 3 e 4 da OBAFOG) podem
participar da nova modalidade de foguetes multiestágios feitos de garrafa pet:
nível 6 “categoria Manual do Mundo”.
Jornada de Foguetes

Os melhores colocados dos níveis 3 ao 6 ainda são convidados para participar das Jornadas de Foguetes, que acontecem na cidade de Barra do Piraí (RJ). A programação conta com palestras e oficinas práticas sobre astronáutica, astronomia e ciências afins com astrônomos e especialistas, observação das constelações, apresentação de alunos e lançamento de foguetes numa pista de pouso. Além disso, os participantes lançam seus foguetes e podem receber medalhas e troféus.
Mais meninas na ciência
Segundo o Prof. Dr. João Canalle, coordenador da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) e da OBAFOG, o desempenho expressivo das estudantes é reflexo do crescimento da participação feminina, do esforço delas e de acreditarem no próprio potencial. “Essa geração de meninas mostra que ciência, criatividade e determinação são ingredientes universais para o sucesso em qualquer área”, destaca.
Organizadores da OBA
A OBA é realizada pela Sociedade Astronômica Brasileira (SAB), conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), com os Deputados Federais Tabata Amaral, André Janones, Vitor Lippi, Ismael Alexandrino, Senador astronauta Marcos Pontes, Centro Universitário Facens, BTG Pactual, Bizu Space, UERJ, Força Aérea Brasileira e Agência Espacial Brasileira.
A OBA ainda tem como embaixadores os canais Manual do Mundo, Física Total e AstroBioFísica.
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