Sábado, 28 de junho de 2014 - 17h22
Elaine Patricia Cruz - Enviada especial

Apesar da derrota para o Brasil hoje (28), nos pênaltis, torcedores chilenos saíram do jogo orgulhosos do futebol mostrado pelos jogadores da “La Roja” neste sábado. Emocionados, alguns saíram do Mineirão enaltecendo a força e a vontade dos atletas chilenos na partida contra o Brasil e dizendo que a seleção chilena saiu da Copa, mas “fez história”.
Bastante emocionado, com lágrimas nos olhos, Ricardo Vilca Miranda disse que o Chile mostrou hoje sua força. “Os pênaltis são sorte, uma loteria”, disse ele, lamentando a derrota, mas acrescentando estar orgulhoso de sua seleção. “Estou orgulhoso, sempre, de todo o povo e de toda nossa gente”, acrescentou. “Foi um sonho. Jogamos com o campeão do mundo. E não jogamos mal. O Chile é um povo grande”.
Torcedores chilenos na entrada do Estádio Mineirão antes da partida que terminou com a eliminação dos sul-americanos e a classificação do Brasil para as quartas de final 
Já o chileno Ricardo Vilca, pai de Miranda, disse que o Chile jogou hoje “a partida da final da Copa do Mundo” com o Brasil. “Jogamos muito bem. Nos pênaltis podem acontecer qualquer coisa e foi sorte de vocês. Oxalá [os brasileiros] cheguem a ser o campeão do mundo”, disse ele, ressaltando estar muito orgulhoso de sua seleção. “Uma saudação grande para todo o povo chileno, que sofreu com terremotos, maremotos e tudo. Mas hoje a equipe nos deu uma grande alegria. Não ganhamos porque nos pênaltis acontecem qualquer coisa, mas, com todo amor, desejo que o Brasil seja o campeão do mundo porque somos sul-americanos”.
O mineiro Adelson Capanema disse que sofreu, mas comemorou a vitória brasileira. “Foi um jogo muito difícil, de muita competição, mas a persistência dos nossos atletas e a segurança que o goleiro [Julio Cesar] nos deu, nos deu uma grande vitória”, disse ele à Agência Brasil. “Se não fosse o Julio Cesar, provavelmente eu não estaria nessa alegria toda”, acrescentou ele, que embaixo da camisa da seleção brasileira, usava uma do Atlético Mineiro. “Registra aí que eu sou atleticano também e que tinha três jogadores do Galo na seleção. Gostei da atuação deles, mas acho que o Jô poderia ter se esforçado um pouco mais”, brincou.
O paulista Gustavo Lotuffo veio ao Estádio Mineirão pela primeira vez. “Com emoção é mais gostoso. Achei que ia ser muito mais fácil. Vim para cá preparado para uma vitória. Não imaginei que seria desse jeito. Mas no final das contas acabou valendo o choro”, disse.
Lotuffo elogiou a organização do jogo hoje no estádio mineiro. “Achei fantástico, muito melhor que o Itaquerão [Arena Corinthians, em São Paulo]. Fiquei impressionado. Estou impressionado com a organização da Copa até agora. Não só em São Paulo, mas aqui também. Conheço bastante a Europa e os Estados Unidos, mas aqui está sendo exemplar”, comparou.
O panamenho Rubén Cárdenas, que usava uma camisa da seleção brasileira, disse ter vindo ao Mineirão hoje para torcer pelo Brasil. Para ele, apesar do “muito espaço na defesa e da falta de um jogo de transição entre o meio e o ataque”, o Brasil jogou bem. Ele chegou em Belo Horizonte uma semana antes da Copa e já viu outras duas partidas no Mineirão. “A organização está muito bem, há segurança no estádio e nos arredores”, disse ele, que está aprovando a realização da Copa no país. “Uma beleza. O povo brasileiro nos tratou muito bem e estamos muito felizes porque estamos vivendo a verdadeira festa futebolística. Agora só falta que o Brasil ganhe o campeonato”.
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