Terça-feira, 22 de novembro de 2022 - 11h54

Futebol
são onze contra onze, ou seja, dependendo do dia tudo pode acontecer, daí ser
uma caixinha de surpresas. Mas, a grande realidade atual é que todos os times
são, mais ou menos, iguais. Não há bobos. Há desníveis. Assim estarem
classificando a vitória da Arábia Saudita como uma grande zebra me parece um
desmerecimento ao sucesso de uma estratégia de um time bem treinado. É verdade
que não se esperava, mas é preciso ver que este time que derrotou a Argentina
perdeu de um a zero da Croácia, que ganhou, pelo mesmo placar da França, logo
não se pode subestimar sua capacidade. Aliás, a de nenhum dos que estão na
Copa. Que era improvável a vitória dos sauditas era. Se me perguntassem antes
quem ganharia, com certeza, seria capaz de apostar na Argentina. Ocorreu que,
quando a bola correu, não se viu, apesar do maior domínio da bola, uma
superioridade argentina nítida. Houve maior posse de bola e até mesmo um chute
mais perigoso de Messi antes que se fizesse um a zero, mas inclusive o gol,
convenhamos, foi fruto de um erro de arbitragem. Um pênalti por demais
polêmico. Talvez, possa se dizer, que compensado. Afinal três gols dos
argentinos foram anulados. Talvez um deles injustamente. Elas por elas. O
problema é que não se conseguiu uma formula para fugir da marcação adiantada
dos jogadores sauditas. No final do primeiro tempo a queda da seleção de Messi
ainda não parecia possível. Porém bastaram 7 minutos para tudo mudar. O empate
saiu logo aos dois minutos e, depois, assistimos perplexos a um golaço de Al-Dawsari. O camisa 10, pegou o rebote da
defesa, e, apesar de seis defensores estarem posicionados na área, conseguiu
dar um corte para o meio e chutar com precisão na gaveta. A verdade é que os
gols desnortearam a Argentina. Até o técnico chegou a fazer três trocas
tentando acertar, mas nada parecia dar certo tanto que perderam, aos 17, uma
oportunidade incrível depois de
finalização de Martínez e desvio de Tagliafico, com o goleiro salvando no
reflexo. As tentativas malogradas se sucederam até os 45, quando Al-Amri cortou
em cima da linha finalização de Álvarez. Foi o desengano final. A primeira
grande surpresa da Copa estava consolidada. Vamos ter que esperar para ver se a
Argentina terá capacidade de se recuperar da inesperada queda.
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