Quinta-feira, 17 de julho de 2014 - 20h42
Helena Martins
Agência Brasil
Representante da Liga Brasileira de Futebol Feminino, Rose do Rio entregou hoje (17), à ministra da Secretaria de Políticas para Mulheres, Eleonora Menicucci, pedido para que seja elaborado um projeto de lei que trate da profissionalização do futebol feminino, que é reconhecido como categoria desde 1982. A expectativa é que a lei possa garantir direitos trabalhistas para as jogadoras, tais como aposentadoria.
Rose do Rio criou uma petição online no site Change.org para angariar apoio à causa. Até agora, mais de 20 mil pessoas assinaram a petição, cujo texto destaca que “muitas atletas, inclusive olímpicas e de competições internacionais, mesmo após darem orgulho ao nosso país, sobrevivem vendendo bala. A profissionalização garante os direitos trabalhistas, a aposentadoria e, principalmente, a dignidade”.
Segundo a ex-jogadora e hoje técnica de futebol, o ato de hoje se deve à luta em defesa do esporte, que tem sido efetivada há décadas, mas também à mobilização online. “É o único meio de fazer com que as autoridades percebam a importância do futebol feminino no Brasil e o que está acontecendo no futebol feminino”, afirmou, acrescentando que a liga reivindica que haja departamentos na secretaria e também no Ministério do Esporte voltados ao tema.
Petições como a apresentada por Rose têm se multiplicado pela internet. Apenas o Change.org, plataforma lançada no Brasil em 2012, recebe por mês, em média, 200 novas petições, vindas dos mais de 2 milhões de usuários cadastrados no site, segundo a diretora de campanhas da empresa no Brasil, Graziela Tanaka. Em julho, quando o Brasil recebeu a Copa do Mundo de Futebol, esse número foi ampliado para 700.
“Foi muito bacana, porque era todo tipo de petição, desde para mostrar o exoesqueleto até pedindo que determinada banda tocasse na final”, relata Graziela, que destacou o grande número de petições em defesa dos direitos humanos. Parte delas, inclusive, foi criada por pessoas que vivem fora do Brasil, como a que pede que a Rússia não seja a sede da próxima Copa por conta das ações contra homossexuais.
No site, é possível ver todas as petições. Uma delas pede a construção de um monumento em homenagem aos operários que morreram na construção dos estádios da Copa. A outra, a proteção da espécie do tatu-bola que acabou virando mascote do Mundial. Há também pessoas que pedem a volta dos barraqueiros que trabalhavam no entorno do Estádio Mineirão, em Minas Gerais, e uma outra traz solicitação para que o governo federal entrasse “em campo” para defender direitos de crianças e adolescentes. Ao todo, as 767 petições criadas sobre temas relacionados à Copa foram assinadas por mais de 532 mil.
Sexta-feira, 13 de março de 2026 | Porto Velho (RO)
Ji-Paraná será novamente palco de um grande espetáculo dos esportes de combate. No próximo dia 28 de março, a partir das 16 horas, acontece a 4ª ed

Copa Porco Solto 2026: Ariquemes consolida força do tiro desportivo com abertura oficial
O Clube de Tiro de Ariquemes (CTAR) foi palco, neste último final de semana, da abertura de um dos circuitos mais relevantes do calendário esportivo

Construindo Campeões é fortalecido nas escolas municipais
A Prefeitura de Porto Velho está levando as inscrições do programa Construindo Campeões diretamente às escolas da rede municipal. Nos anos anteriores,

Ji-Paraná inicia preparativos para a 2ª Olimpíadas Indígenas
Na manhã desta terça-feira (3), foi realizada uma reunião na sede da Secretaria Municipal de Esportes de Ji-Paraná (Semes) para alinhar os detalhes
Sexta-feira, 13 de março de 2026 | Porto Velho (RO)