Quarta-feira, 23 de novembro de 2022 - 08h43

Depois da grande surpresa do
dia, com a Arábia Saudita surpreendendo a Argentina, em seguida tivemos o
primeiro 0x0. E a surpresa foi que aconteceu logo com a Dinamarca, que estava
com um retrospecto muito bom, mas também, é preciso ver, de poucos gols nos
dois sentidos: é difícil de fazer e de levar. Méritos também teve o time da
Tunísia que poderia ter arrancado o placar mínimo, com um pouco de sorte. Foi
uma equipe que jogou com intensidade, marcação correta e determinação. Talvez a
Dinamarca não tenha estado num bom dia ou viva de inspirações de alguns
jogadores que não foram bem. De qualquer jeito foi um jogo equilibrado. Assim
também como o outro placar mudo de México e Polônia, que fizeram um jogo
travado. O México teve muito mais tempo de bola, porém sem efetividade. Até
chutou mais também sem levar perigo. A emoção ficou apenas por conta de
Lewandowski que sofreu um pênalti e que o goleiro mexicano Ochoa segurou para
delírio dos mexicanos, que fizeram a festa. O goleiro mexicano começa sua
quinta copa salvando a pátria e levando a torcida ao delírio. Aliás, o jogo foi mais animado nas
arquibancadas do que no campo. O dia ficou marcado mesmo pelo desempenho
eficiente do futebol francês. Um time que tem Mbappé, Giroud, Griezmann e
Rabiot, mesmo sem Benzema, não pode deixar de ser considerado um dos favoritos.
Nem mesmo tendo sofrido um gol no primeiro ataque australiano, quando Leckie
pegou a bola, na direita, passou por Lucas Hernández e cruzou para Goodwin,
sozinho, abrir o placar na segunda trave
com um forte chute, a equipe se abateu. Com força e empenho tomou conta da
partida e depois de buscar, aos 26, Theo Hernández fez um lançamento na área, e
Rabiot, de cabeça, empatou. Um pouco
depois o mesmo Rabiot participou roubou a bola no ataque, tabelou com Mbappé e
deu, com açúcar, para Giroud que estava no lugar preciso, onde os bons
artilheiros costumam estar e só bateu com precisão para virar o jogo. Só deu
França daí em diante e teve inúmeras oportunidades de ampliar tanto com Giroud,
Dembélé, Griezmann e Mbappé. A Austrália só teve um ataque nos acréscimos, numa
cabeçada de Irvine na trave direita de Lloris, que somente podia, como fez,
olhar. Mas, ainda que tivesse dado certo, a superioridade francesa foi
flagrante e se mostrou no segundo tempo com Mbappé, aos 22, de cabeça aproveitando o cruzamento de
Dembélé, e Giroud, aos 25, depois de
Mbappé cruzar da esquerda. A França mostrou sua força de forma esmagadora: teve
63% de posse de bola e deu 23 chutes a gol, com sete deles na meta, contra
apenas 4 da Austrália. Venceu com facilidade. Podia ter feito mais, porém ficou
de bom tamanho.
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