Sábado, 26 de fevereiro de 2011 - 09h05
Os cortes de recursos na ordem de R$ 50 bilhões no orçamento da União, mais a redução drástica nos valores das emendas parlamentares dos deputados federais e senadores poderão ocasionar um colapso em mais de 70 por cento dos 52 municípios rondonienses. É o que revela o presidente da Associação Rondoniense de Municípios- Arom, o prefeito de Alvorada do Oeste, Laerte Gomes. Segundo ele, cerca de 90 por cento das obras dos pequenos e médios municípios dependem de recursos da União e das emendas.
A expectativa dos prefeitos de Rondônia é que a bancada federal consiga reverter à situação dos cortes de recursos em negociações com o governo da presidente Dilma Roussef. No entanto, só um movimento mais forte de todo o Congresso Nacional, poderá reverter à tendência do anuncio pelos ministros Guido Mantega (Fazenda) e Miriam Belchior (Planejamento). Só de podas nas emendas parlamentares já foram R$ 34 milhões em Rondônia, uma cifra realmente expressiva.
Sobre a situação dos municípios de Rondônia, ele informa que apenas seis ou sete estão com as contas equilibradas, os demais dependem de recursos do governo federal para tocar suas obras através de convênios.
Laerte Gomes, que anunciou a realização da I Marcha dos Prefeitos Rondonienses para o mês de junho, se disse satisfeito com a atenção do governador Confúcio Moura com relação ao transporte escolar – com uma justa distribuição dos ônibus escolares aos municípios sem distinção de credos políticos – e citou que a maior preocupação do municipalismo com as estradas neste inverno amazônico ocorre na região de Alvorada do Oeste, onde as chuvas foram mais fortes. “Lá estamos desenvolvendo um programa emergencial de recuperação das pontes levadas pelas águas”. Disse.
Sobre os pequenos e médios municípios, o presidente da entidade mostra sua preocupação com a falta de projetos de desenvolvimento. “Em Rondônia, apenas meia dúzia de municípios, que são pólos regionais, estão num bom momento econômico, enquanto que a maioria padece com a falta de emprego e renda”, conclui.
Fonte: Carlos Sperança - csperanca@enter-net.com.br
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