Terça-feira, 22 de março de 2011 - 20h21
Daniel Mello
Agência Brasil
São Paulo – A maior dificuldade para a universalização do saneamento básico no país é alto o custo da infraestrutura nos pequenos municípios, segundo o diretor de Hidrologia da Agência Nacional de Águas (ANA), Paulo Rodrigues Vieira. “Esse é um desafio devido ao altíssimo custo de fazer saneamento nas cidades de médio e pequeno portes, por falta de escala”, disse ele, na Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), após participar de debate sobre o reuso de água.
A expansão das redes de coleta de esgoto foi apontado pelo relatório Atlas Brasil – Abastecimento Urbano de Água, como uma das maneiras de reduzir a poluição das fontes destinadas ao abastecimento humano. O documento divulgado hoje (22) pela ANA alerta para a possibilidade de que em 2015 haja escassez de água em mais das metades dos municípios brasileiros.
De acordo com Vieira, o país tem feito muito esforço para ampliar o acesso ao saneamento básico e combater o desperdício de água nas redes de distribuição. “A alocação de recursos tem sido constante.'
Em relação a capital paulista, uma das cidades sob ameça de escassez, o assessor da presidência da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), Marcelo Morgado, falou sobre as dificuldades para despoluir o principal rio da região. “Para a população paulistana é um pouco frustrante não ver o resultado do Projeto Tietê, apesar de ele estar sendo bem conduzido pela Sabesp. O rio continua morto.”
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