Quinta-feira, 22 de outubro de 2009 - 04h47
Cristina Ávila
A consultoria jurídica do Ministério do Meio Ambiente aprovou nesta quarta-feira (21/10) o financiamento de 34,7 milhões de dólares para o Programa Nacional de Meio Ambiente (PNMA) - 24,3 milhões de dólares do Banco Mundial (Bird) e o restante como contrapartida do governo brasileiro.
O acordo de empréstimo segue agora para a Procuradoria-Geral da União e deverá chegar ao Senado até novembro. O dinheiro será aplicado na automatização e integração dos sistemas de licenciamento ambiental em nível federal, nos estados e nos municípios.
O foco principal são as grandes obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A prioridade serão os setores de estradas, mineração, geração de energia de hidrocarbonetos, hidrelétrica, hidrovias e portos.
"O Brasil está numa fase dinâmica de desenvolvimento e as pressões para licenciamento aumentam. Temos de melhorar a capacidade de responder à demanda. A melhoria vai resultar em transparência e rapidez. Tanto para os próprios governos, federal, estaduais e municipais, como para a sociedade e para as empresas interessadas nas licenças", explica Flora Cerqueira, diretora do Departamento de Coordenação do Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama).
A diretora acredita que o primeiro desembolso do empréstimo seja liberado ainda neste ano. A previsão para 2009 é de 3 milhões de dólares. E 12 milhões de dólares devem ser liberados no ano que vem. Flora Cerqueira diz que os investimentos serão aplicados principalmente em softwares, na padronização de critérios e procedimentos de licenciamento e também na capacitação de recursos humanos.
A negociação entre o governo brasileiro e o Bird durou dois anos. A secretária-executiva do MMA, Izabella Teixeira, foi a responsável para que os investimentos no PNMA se concentrassem no aperfeiçoamento do licenciamento ambiental.
No governo federal, os principais órgãos beneficiados pelos recursos serão o Ibama, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, Agência Nacional de Águas, Fundação Nacional do Índio, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e Fundação Palmares, que participam dos processos de licenciamento.
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