Sexta-feira, 30 de novembro de 2007 - 13h11
Campanhas educativas e as fiscalizações desenvolvidas na Cachoeira do Teotônio, no período de 08 de setembro a 06 de novembro resultaram na apreensão de 36 tarrafas (petrecho proibido na pesca), 25 malhadeiras, 06 caixas de isopor, 14 molinetes, 01 barco, 01 motor de 25 HP, 13 carretilhas, 03 coletes salva-vidas, 02 remos de alumínio, 04 caixas para acessórios de pesca, 01 caixa de ferramentas, 01 bolsa para acessórios de pesca, 01 geleira, 01 balde, 01 galão, 03 iscas artificiais, 40 anzóis, além de 2.193 quilos de pescado, registrando um total de 15 ocorrências, sendo 08 administrativa e 07 criminal. Comparado com o mesmo período do ano passado, em que ocorreram 14 mortes, este ano não houve nenhuma ocorrência de morte. A presença dos policiais afastou os pescadores e protegeu a piracema. De 2002 a 2006, 80 pessoas morreram na cachoeira.
Um trabalho realizado em conjunto, entre o Batalhão de Polícia Militar Ambiental, Sedam, Polícia Civil, Sema e Corpo de Bombeiros, mantendo barreira fixa na vila de Pescadores localizada na margem direita e esquerda do rio Madeira, com fiscalizações 24 horas ininterruptas, atitude adotada, segundo o comandante do Batalhão Ambiental, major Josenildo Jacinto do Nascimento, devido ser um local problemático e de risco, onde inúmeras pessoas já perderam suas vidas, na ansiedade de capturar os peixes que saltam sobre as corredeiras nesta época do ano.
Quanto ao acontecido nos últimos dias na Cachoeira do Teotônio, com relação a morte de quase três toneladas de peixes, de acordo com o major, trata-se de um fenômeno da natureza, já tendo ocorrido em outras épocas. Os órgãos envolvidos na proibição da pesca, não criaram as Leis, eles apenas fazem cumprir a lei. Somente Deus é onisciente, onipotente e onipresente, nós somos somente órgãos fiscalizadores, com a responsabilidade de manter a ordem pública, garantindo assim a segurança dos cidadãos, ressalta o comandante.
Fonte: Marlene Mattos
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