Quinta-feira, 29 de maio de 2008 - 10h03
Ivan Richard
Agência Brasil
Brasília - O ministro de Assuntos Estratégicos e coordenador do Projeto Amazônia Sustentável (PAS), Mangabeira Unger, admitiu hoje (28) que o Brasil tem falhado na tarefa de preservar a floresta. Segundo o ministro, o país não fez o bastante nem em matéria de desenvolvimento, nem de preservação da Amazônia.
Para Unger, a defesa da Amazônia deve ser desenvolvida levando em consideração dois aspectos: monitoramento e mobilidade. A combinação desses dois imperativos começará a assegurar, de fato, a defesa militar da Amazônia. A defesa militar da Amazônia é uma condição necessária, mas não suficiente para afirmação da nossa soberania, disse.
Durante reunião conjunta das comissões da Amazônia e das Relações Exteriores da Câmara dos Deputados, para discutir o conflito na Terra Indígena Raposa Serra do Sol, o ministro argumentou que o PAS não tratará apenas da floresta amazônica, mas desenvolverá ações nas regiões do cerrado e savanas tropicais existentes na área da Amazônia Legal.
Nossa tarefa na Amazônia não se reduz à proteção da floresta e à organização do manejo florestal sustentável, ressaltou Unger afirmando que a defesa da Amazônia não estará completa enquanto não forem colocados em prática projetos de desenvolvimento sustentável. Sem projeto econômico, consequentemente, não haverá estruturas sociais produtivas e organizadas [na Amazônia], afirmou.
Questionado sobre iniciativas internacionais que visariam a comprar a Amazônia, o ministro afirmou que a proteção da floresta é uma questão de soberania nacional. Qualquer discussão nossa com o mundo a respeito da Amazônia é a reafirmação inequívoca e incondicional de nossa soberania. Quem cuida da Amazônia Brasileira é o Brasil e mais ninguém, disse.
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