Quarta-feira, 14 de janeiro de 2009 - 14h36
Cerca de 80 índios parecis invadiram ontem a fazenda em Nova Marilândia onde uma liderança da etnia foi assassinada no último final de semana. Eles pediam a solução para o caso.
Valmireide Zoromará foi morta a tiros, na sexta-feira, quando pescava em um local de criação de peixe em cativeiro. Ela estava na companhia de mais 13 pessoas. Seu marido Valdemir Xavier de Amorim também foi atingido pelos disparos e está internado em estado grave.
A polícia prendeu dois suspeitos de terem efetuado os disparos. Eles seriam funcionários da fazenda onde o grupo pescava. Temendo por algum revide, os outros funcionários foram retirados do local.
Os filhos de Valmireide contam que um homem chegou gritando. Seus ladrões de peixe, teria dito, antes de atirar contra o grupo. Os filhos conseguiram escapar.
A polícia deverá ouvir o dono da fazenda, com quem os índios já teriam tido desentendimento há alguns anos. Valmireide já havia dito que poderia ser assassinada.
O assassinato repercutiu entre grupos defensores da causa indígena e dos direitos humanos. Segundo o padre Aloir Pacini, ligado à questão indígena, a famlília Zoromorá tem uma longa e desgastante história de luta pela terra, história essa que perpassa também as trilhas de Rondon.
Valmireide era uma grande mulher, uma grande guerreira, filha dessa história, herdeira desta trajetória de luta. Ela não temia as ameaças constantes, peitava e enfrentava os desafios, os contrários à demarcação, e foi com esse mesmo peito aberto que teve sua vida ceifada de forma covarde, escreveu o padre em um artigo ontem.
Fonte: Diário de Cuiabá
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