Segunda-feira, 14 de outubro de 2013 - 06h11

No último sábado, ao fim da manhã, o Papa Francisco recebeu uns 150 participantes no Seminário promovido pelo Conselho Pontifício para os Leigos por ocasião dos 25 anos da Carta “Mulieris dignitatem”, do Beato João Paulo II, o primeiro documento do magistério da Igreja inteiramente dedicado à mulher. Nestes três dias de encontro em Roma foi aprofundado especialmente o ponto da Carta em que se diz que “Deus confia de modo especialmente o homem, o ser humano, à mulher”.
“Que significa este confiar especialmente o ser humano à mulher? – interrogou-se o Papa, respondendo considerar que se trata da dimensão de maternidade. Muitas coisas podem mudar e mudaram mesmo na evolução cultural e social, mas permanece o facto de que é a mulher que concebe, porta no seio e dá à luz os filhos dos homens. E não se trata apenas de um dado biológico. “Chamando a mulher à maternidade, Deus confiou-lhe de uma maneira muito especial o ser humano”.
Sobre a mulher e a sua vocação – considerou o Papa – há “dois perigos, dois extremos opostos”. O primo é reduzir a maternidade a uma função social, a uma tarefa, por muito nobre que seja, mas que na realidade põe de lado a mulher com todas as suas potencialidades. O perigo oposto é promover uma espécie de emancipação que, para ocupar os espaços subtraídos pelo masculino, abandona o feminino com as preciosas marcas que o caracteriza.
Papa Francisco chamou a atenção para a “sensibilidade especial pelas coisas de Deus” que tem a mulher, “sobretudo no ajudar-nos a compreender a misericórdia, a ternura e o amor que Deus tem por nós”. É neste contexto que se coloca a “Mulieris dignitatem”, com uma reflexão profunda, orgânica. É daí que há que partir de novo para o desejado trabalho de aprofundamento e promoção do papel da mulher – considerou o Papa. “Também na Igreja é importante perguntar-se: que presença tem a mulher? Pode ser mais valorizada? É uma realidade que tenho muito a peito”.
Fonte: Rádio Vaticano
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