Terça-feira, 14 de novembro de 2017 - 05h27

247 - Charles Stillman, advogado de José Maria Marin, o ex-presidente da CBF que está sendo julgado em Nova York no escândalo de corrupção da Fifa, diminuiu o papel de seu cliente em negociações no órgão que comanda o futebol no mundo todo.
Em sua primeira aparição diante do júri, Stillman disse na corte do Brooklyn que Marin atuou como jogador no banco de reserva. Ele estava lá, mas não assumiu as responsabilidades típicas de um presidente da CBF, entre elas a de ocupar um assento no Comitê Executivo da Fifa.
A estratégia é jogar a responsabilidade pelos supostos crimes na conta do atual presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, então vice de Marin e indiciado pelas autoridades dos Estados Unidos.
Segundo a defesa de Marin, era Del Nero quem representava o Brasil na direção do órgão internacional. Era ele a "grande figura" do futebol brasileiro, segundo o advogado do cartola em prisão domiciliar.
As informações são de reportagem de Silas Martí na Folha de S.Paulo.
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