Terça-feira, 20 de dezembro de 2022 - 15h33

Buscando manter a eficiência e
agilidade no setor da construção civil, a Prefeitura de Porto Velho investe na
desburocratização do licenciamento de obras e tecnologia através de um termo de
adesão assinado entre a Agência de Desenvolvimento de Porto Velho e o Serviço
Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Nesta terça-feira
(20), a consultoria do processo entregou os resultados dos estudos que darão
norte à gestão municipal para atingir o objetivo.
"Esse evento marca a entrega do estudo que demonstra o que
cada pasta municipal deve fazer para simplificar o licenciamento para
construção civil, agilizar a regularização de obras, alvarás de construção,
entre outros. É um mecanismo fundamental para ativação de um setor tão
importante para a geração de riqueza, emprego e renda na cidade", explicou
o presidente da Agência de Desenvolvimento de Porto Velho, Marcelo Thomé.
De acordo com o presidente da Agência, antes da atual gestão
municipal, o processo de licenciamento levava até dois anos para obras de maior
porte. Atualmente, esse tempo dura em torno de um mês, dependendo da
complexidade do projeto. Com aplicação do plano de ação desenvolvido no estudo,
este tempo pode diminuir ainda mais.
"O tribunal de contas proferiu um acórdão determinando à
gestão municipal que melhorasse o processo de licenciamento, e coube à Agência
estudar e elaborar de que maneira que cada uma das secretarias e a relação
entre elas pudesse alcançar esse objetivo da simplificação do processo. Essa é
uma bandeira que o prefeito Hildon sempre levantou de desburocratizar o
processo para facilitar a quem quer empreender na cidade", disse Marcelo
Tomé.
O estudo apresentou 33 problemas no processo de licenciamento de
obras municipais, dentre eles está a irregularidade na execução da obra, em
desconforme com o projeto aprovado, e a apresentação de documentação incorreta.
O estudo foi realizado por técnicos de várias secretarias municipais,
auxiliados por técnicos do Sebrae.
Respondendo a estes revés, o documento ainda apresenta dez
planos de ações a serem aplicados para desburocratizar o licenciamento. Entre
as soluções estão a capacitação interna e externa dos técnicos, e a revisão das
legislações por tema e criação de normas e regulamentos por secretarias,
processos e procedimentos.
Além da Agência e do Sebrae, o processo tem participação das
Secretarias Municipais de Regularização Fundiária, Habitação e Urbanismo
(Semur), de Fazenda (Semfaz), de Planejamento, Orçamento e Gestão (Sempog), de
Trânsito, Mobilidade e Transportes (Semtran) e de Meio Ambiente (Sema), além da
Controladoria Geral do Município (CGM).
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