Porto Velho,
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Carlos Sperança

Colunista político do Jornal "DIÁRIO DA AMAZÔNIA", Ex-presidente do SINJOR, Carlos Sperança Neto é colaborador do Portal Gentedeopinião. E-mail: csperanca@enter-net.com.br

Cassol e a imagem de Rondônia - Por Carlos Sperança

06/12/2017 - [21:34] - Opinião

Em boa hora

A unificação do cronograma de obras entre a prefeitura municipal de Porto Velho e a Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia- Caerd vem com um atraso de 100 anos, ou seja, desde o nascimento da cidade que ela padece com prejuízos por falta de planejamento no que tange a implantação de pavimentação pela prefeitura com os cortes feitos no asfalto para as ligações de água e esgoto.

É claro que a Caerd surgiu anos mais tarde do nascimento de Porto Velho, mas há mais de 40 anos, pelo menos, que se gasta com asfalto e com os reparos em virtude das perfurações. Em muitos casos tivemos ruas asfaltadas num dia e noutro a Caerd fez o corte para a ligação de água.

No momento em que se cobra o inicio das obras dos serviços de implantação da rede de água tratada nada e uma solução para o esgotamento sanitário, mais do nunca se vê a necessidade de um entendimento entre a municipalidade e a estatal para que a cidade deixe de acumular mais prejuízos.

A unificação do cronograma de serviços vem em boa hora já que conforme o prefeito, até o final de sua gestão serão asfaltados 300 quilômetros de ruas.

 

 


 

 

A mobilidade

A atual administração municipal de Porto Velho abriu seminário, com audiências publicas para discutir e atualizar um plano de mobilidade urbana para a capital. Na região central o alargamento da Avenida Duque de Caxias – cujas obras já são prejudicadas pelo período chuvoso – já faz parte da humanização do trânsito. Servirá para reduzir os congestionamentos na Av. Carlos Gomes e poderá funcionar como um corredor de ônibus centro-bairros.

 

Expectativa petista

Os petistas rondonienses estão esperançosos num crescimento da legenda com as elevadas taxas de popularidade atribuídas ao ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva depois de anos em queda livre e o impeachment da presidente Dilma Roussef, a madrinha das usinas de Jirau e Santo Antonio. Com isto, já se fala na eleição de pelo menos dois deputados estaduais e um federal no pleito de 2018.

 

Imagem de Rondônia

O senador Acir Gurgacz (PDT-RO) declarou que a prisão do senador Ivo Cassol seria péssima para a imagem de Rondônia, assim como também foram outras condenações e prisões de  políticos  rondonienses num passado recente. Não quis dizer com isto que defende a impunidade. Reiteradas vezes neste Diário e nos seus pronunciamentos no Congresso exigiu a punição dos políticos envolvidos em atos de corrupção

 

É a Vanguarda?

O Podemos partido lançado recentemente em Brasília, tendo como pré-candidato a presidência o senador Álvaro Dias e ao governo do Rio de Janeiro o senador Romário, se apresenta como uma legenda de vanguarda, contrária ao comportamento dos políticos tradicionais que infestam a vida pública brasileira. No entanto, já tem raposas e parlamentares que já trocaram de partido dezenas de vezes. Não tem nada de “Novo”.

 

Fundo partidário

O Movimento Brasil Livre, o MBL, abriu desde o meio do ano manifestações pelo País afora a favor do juiz Sérgio Moro e pelo fim do fundo partidário que tem destinado bilhões de reais para os partidos políticos. Oficialmente já foram criadas quase 50 agremiações e o numero pode atingir a 100, com tantas siglas em fase de organização para pedir registros junto à justiça eleitoral nos estados. Realmente é um absurdo.

 

 

Via Direta

*** O Palácio do Planalto esta jorrando recursos de emendas para os congressistas neste segundo semestre beneficiando também as prefeituras municipais *** Vale tudo para aprovar o projeto da previdência do presidente Michel Temer (PMDB) *** Mas a maioria dos congressistas tem vergonha de dizer se votará no projeto governista ***Afinal, deputados e senadores temem a fúria do funcionalismo público e das centrais sindicais.


Comentários

  • Samuel Saraiva - 07/12/2017

    Em relação ao Podemos, creio que a troca de legenda pelas "velhas raposas" para viabilização de projetos politicos ou em alguns casos esquivarem-se do convívio com fichas sujas (ou investigados), pode ser visto como positivo num pais sem tradição partidária, onde a política eh marcada pelo fisiologismo. Trocar de partido não eh crime nem algo imoral, como por exemplo contrariar a vontade das urnas e vender-se para salvar criminosos que tomaram de assalto o poder publico. (sem ortográfica revisão)

  • gustavo oliveira - 07/12/2017

    O senador Acir contrario À corrupção, é querer rir na cara dos eleitores. Ele condenado por malverasação de dinheiro publico, todo enrolado, falando do sujo. Eleitores sejamos inteligentes, não votemos em Raupp, Acir e Cassol. Aí vamos aos federais, muito embora não suporte seu pai, Expedito Neto merece voto de gente trabalhadora pelo que fez no corrente ano. Os outros 7, distancia deles já. Faça-os trabalhar, não os eleja.

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