Quarta-feira, 11 de agosto de 2021 - 08h45

Não sei por que, mas tem gente que se acostumou a
ver assombração em tudo. Bastou que se falasse num desfile de um comboio
militar pela Esplanada dos Ministérios para que a esquizofrenia tupiniquim, com
seus medos e manias, visse no gesto uma forma de intimidação à atuação
parlamentar, uma ameaça velada à democracia e às instituições brasileiras.
Quanto exagero!
Ao contrário do que muitos imaginam, o que afronta
à democria, fere de morte a credibilidade de uma instituição e envergonha uma
Nação, é quando uma graduada autoridade do país deixar-se apanhar em diálogos
comprometedores nos quais um bandido confesso o acusa de favorecimento em troca
de alguns milhões.
E, o que é pior, em vez de se mergulhar fundo na
apuração na denúncia, prefere-se jogar a sujeira para debaixo do tapete. Em
qualquer país sério, o desfecho desse enredo teria sido outro, porém, estamos
no Brasil do faz-de-conta, do toma-lá-dá-cá, do jeitinho e da malandragem, onde
políticos e administradores públicos fingem que se preocupam com o bem-estar da
população, quando, na verdade, só estão de olho nos seus próprios umbigos, na
defesa de seus mesquinhos e inconfessáveis privilégios, com as devidas
exceções.
Alguém, em sã consciência, acha mesmo que o
senador Renan Calheiro (acusado de circular pelos principais artigos,
parágrafos, incisos e alíneas do Código Penal) está realmente preocupado com os
mais de meio milhão de brasileiros que perderam suas vidas para o covid-19? Só
mesmo uma mente destituída de massa encefálica poderia crer nisso. Onde estavam
os arautos da moralidade pública quando a Petrobras estava sendo saqueada?
No fundo, o que deseja políticos como o senhor
Calheiros (e tantos outros que o acompanham em sua empreitada diabólico) é
detonar o atual governo para, posteriormente, voltar a transformar o país num
balcão de negociatas infames, que tanto mal causou à Nação Brasileira. Pessoas
continuam morrendo por complicação desse maldito vírus, a inflação voltou a
bater um novo recorde no mês de julho, as reformas administrativa, tributárias
e previdências não avançam, enquanto os vampiros da carótida social estão
ávidos para retornarem ao poder e afundar o Brasil de uma vez por todas.
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