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A falta da educação formal e a criminalidade feminina


A educação é uma das maneiras de evitar o ingresso na criminalidade. Este é o resultado de uma pesquisa do Mestrado em Educação da Unesc, de Criciúma/SC, que, através de entrevista com 12 detentas, analisou a criminalidade feminina e se a educação influencia no comportamento criminoso. “Elas sentem falta de continuar estudando. Se elas tivessem a possibilidade de estudar não iriam para o crime, mas este não é o único fator”, explicou a mestranda do PPGE (Programa de Pós-Graduação em Educação) e professora do curso de Direito Anamara de Souza.

Anamara apresenta seu estudo amanhã (21/8), às 9h30, na sala 3 do Bloco O, no campus da Universidade. A banca de defesa da mestranda será composta pelos professores doutores Paulo Rômulo de Oliveira Frota (orientador), Alex Sander da Silva e Christian Muleka Mwewa (Unisul). O trabalho de Anamara se intitula “Processos Destacáveis na Construção da Subjetividade – Um Estudo Sobre a Educação Formal e Seus Reflexos na Criminalidade Feminina”.

A mestranda estudou o processo do desenvolvimento humano, enfocando a evolução da personalidade do indivíduo. Ela traçou diversos fatores para analisar a criação do sujeito, como as experiências em família e na escola.

Fonte: Anamara de Souza   / Davi Carrer /  Unesc
 

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