Segunda-feira, 22 de agosto de 2022 - 14h06

Entramos, agora, na reta final da campanha eleitoral para os diferentes cargos da República, desde presidente, passando por senador, deputados federal e estadual, até governador. A cada eleição, os brasileiros têm mais chances de observarem as propostas e de confrontar as ideias dos candidatos, graças, principalmente, ao grande arsenal tecnológico ao alcance das mãos, senão a todos, mas, com certeza, da grande maioria da população.
No campo estadual, ainda é muito cedo para dizer quem serão os representantes de Rondônia na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal, tampouco o nome daquele que terá a responsabilidade de conduzir os destinos deste imenso Estado, a partir de janeiro de 2023. Muita água ainda vai correr debaixo da ponte até que se descubra quem receberá a bandeirada de chegada.
Independentemente de quem esteja sentado na principal cadeira do palácio Getúlio Vargas, a partir do próximo ano, porém, não encontrará facilidades. Pelo contrário, a esperar-lhe há um Estado que patina, ainda, em índices deploráveis do ponto de vista do desenvolvimento humano. Saúde e segurança pública, por sua vez, continuam sendo a pedra no sapato dos inquilinos que passaram pelo comando do Estado, nos últimos vinte anos, até hoje, conquanto não podemos ignorar as conquistas alcançadas nesse período.
Os ânimos estão acirrados, é
verdade. Contudo, passada a refrega, convém que cada um dos disputantes desça
do palanque, ensarilhe as armas usadas da contenda e volte suas preocupações
para os desafios que nos aguardam, porque essa é uma das qualidades que
diferencia o estadista do político.
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