Sexta-feira, 12 de maio de 2023 - 09h28

A derrota
sofrida pelo governo Lula na Câmara dos Deputados deixa à mostra a debilidade
da base de sustentação do petista naquela Casa de Leis. Com a pífia atuação da
articulação politica do governo, o jeito foi o presidente abrir as comportas das
verbas para irrigar os redutos eleitorais de parlamentares. Em dois dias, o
governo teria liberado um bilhão e cem milhões de reais. Lula não é o primeiro
e, certamente, não será o último presidente deste país a ceder às pressões de
grupos políticos para poder governar. Para completar a maré de azar, acaba de
sair do forno uma pesquisa do Instituto Paraná mostrando que a popularidade do
governo petista vai de mal a pior. É bom os “companheiros” começaram a colocar
as barbas de molho.
Partidarismo fraco, ausência de fortes convicções e preferências ideológicas, parlamentares vão se organizando segundo interesses episódicos, com o que se torna extremamente difícil prevê os acontecimentos que ocorrem não somente na Câmara dos Deputados como também no Senado da República. As palavras dos líderes do governo Lula, após a surra em plenário, dão bem a dimensão da fragilidade que ronda a base governista, sobretudo quando está em jogo matérias importantes e polêmicas, como é o caso do marco legal do saneamento, assunto que afeta toda a população.
Não votei
no candidato Lula. Quer queira, quer não queira, ele foi eleito para comandar
os destinos do Brasil até cinco de janeiro de 2027. Isso se não ocorrer nenhum
erro de percurso. Torço para que seu governo acerte. Caso contrário, seria ruim
não só para aqueles que votaram nele, mas para todos os brasileiros, entre
quais me incluo. Seu governo tem problemas. E não são poucos. Existe uma crise
instalada no Palácio do Planalto envolvendo uma questão de ego entre Rui Costa,
ministro-chefe da Casa Civil; e Alexandre Padilha, ministro das Relações
Institucionais. E alguém precisa resolver o imbróglio o quanto antes, não com
ameaças, discursos bombásticos ou coisa do gênero, mas com sabedoria e
discernimento para fazer o que precisa ser feito, colocando de lado o
egocentrismo incurável, as futricas e os arranjos orquestrados na calada da
noite.
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