Porto Velho (RO) domingo, 15 de março de 2026
opsfasdfas
×
Gente de Opinião

Opinião

'Concessão Pública' a única solução para o Complexo EFMM



Desde a sua construção vieram milhares de trabalhadores de mais de 52 duas nacionalidades contribuir para cada metro construído entre os trechos de Porto Velho a Guajará-Mirim/RO.

Hoje o que se vê é total abandono e descaso por quem deveria cuidar ou zelar: “Gestores Públicos, Entidades Civis e a Sociedade”. Esses três pilares são fundamentais para que se dê um novo rumo a esse mega empreendimento do Século XX que resiste até os dias atuais e na época foi considerado a maior obra em construção do mundo, envolvendo diversos magnatas investidores.

Quem deveria cuidar não cuida! Quem deveria zelar não zela! E, quem deveria mantê-la funcionando passa longe disso! Até quando vamos ver a nossa Maria Fumaça e seu Complexo Turístico se enferrujar e ser tomado pelo mato, traças, saqueadores e o pior de tudo a incompetência pública? É passado a hora da sociedade, entidades civis e gestores públicos se unirem e traçar metas com objetivo claros para que possamos  dar um novo rumo ao nosso cartão postal que é a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, salvando-a a tempo o pouco que ainda resta da história viva dentro e fora dos Galpões.

“A única solução para revitalizar a EFMM” seria abrir chamamento para a modalidade “concessão pública” e destrinchar todas as possibilidades que poderiam ser exploradas e desenvolvidas turisticamente através do Complexo no centro da capital Porto Velho para que Grupos empresariais do Brasil ou de outros países possam se interessar e concorrer a diversos setores tais como: “bares, lanchonetes, restaurantes, passeio de trem, passeio de barco, mirante, estacionamento, área de exposição e eventos, lojas de artesanato, centro de atendimento, segurança, museu, atividades recreativas entre muitos outros serviços afins” e com concessão de uso da área por pelo menos 25 anos, podendo ser prorrogado para que investidores tenham interesse em recuperar a tempo o que está por se ruir.

Desta forma o Estado e Município incentivariam a geração de emprego e renda através do “Fomento da Atividade do Turismo na Região” – uma das que mais crescem anualmente no mundo e na América Latina – a exemplo os países vizinhos como Peru, Chile e Argentina. Sem falar que isso faria a população a voltar a freqüentar esse espaço público levando seus filhos, familiares e visitantes que vem à nossa cidade, passando a resgatar o que hoje não temos na capital que é tão sonhada qualidade de vida em ambientes públicos. “Isso já acontece em outras cidades como em Foz do Iguaçu que tem um Parque Nacional gerido pelo ICMBio e na forma de Concessão Pública autoriza diversos Grupos empresariais a explorar diversas atividades ligada ao setor do turismo de forma organizada”, diz Saulo Giordane, turismólogo.

Com certeza seria o fim desse jogo de “espera-espera” e em menos de 10 anos iríamos ver uma nova Madeira-Mamoré na qual traria mais orgulho do que vergonha para a população, levantando nossa auto-estima e a valorização do Patrimônio Público que hoje se arrasta entra gestor sai gestor e nada acontece de positivo.

FONTE: Turº Saulo Giordane

Gente de OpiniãoDomingo, 15 de março de 2026 | Porto Velho (RO)

VOCÊ PODE GOSTAR

Vorcaro, uma bomba ambulante prestes a explodir!

Vorcaro, uma bomba ambulante prestes a explodir!

Estava pensando outro dia como Daniel Vorcaro conseguiu montar uma máquina de corrupção tão sofisticada, a partir de um banco modesto, sem nenhuma e

Os Lusíadas e o espelho partido do mundo

Os Lusíadas e o espelho partido do mundo

Do Adamastor, o gigante de pedra e medo, ao tempo do Diabo contra o Diabo, onde já não há deuses, só abismos a fitarem-se Em 12 de março, sopram quatr

Precisamos da bomba atômica

Precisamos da bomba atômica

O Brasil precisa urgentemente de ter uma bomba atômica. Não! Não é para atacar ninguém e muito menos para jogar em nenhum outro país, mas para impor

Câmara Municipal de Porto Velho vive crise de “ingerência”

Câmara Municipal de Porto Velho vive crise de “ingerência”

É mais ou menos isso que se pode inferir das palavras do médico dermatologista e vereador José Iraci Macário Barros, durante recente entrevista ao j

Gente de Opinião Domingo, 15 de março de 2026 | Porto Velho (RO)